-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Ett Svenskt Bibeln (1917) -
-
1
|Ezequiel 41:1|
Därefter förde han mig till tempelsalen. Och han mätte murpelarna de voro sex alnar breda, var på sin sida -- tabernaklets bredd.
-
2
|Ezequiel 41:2|
Och ingången var tio alnar bred, och sidoväggarna vid ingången voro på var sida fem alnar. Sedan mätte han salens längd: den var fyrtio alnar, och dess bredd: den var tjugu alnar.
-
3
|Ezequiel 41:3|
Därefter gick han in i det innersta rummet. Och han mätte murpelarna vid ingången: de höllo två alnar, och ingången: den höll sex alnar, och ingångens bredd: den var sju alnar.
-
4
|Ezequiel 41:4|
Och han mätte dess längd: den var tjugu alnar, och dess bredd: den var tjugu alnar, framför tempelsalen. Och han sade till mig: »Detta är det allraheligaste.»
-
5
|Ezequiel 41:5|
Därefter mätte han husets mur: den höll sex alnar, och sidokamrarnas bredd: den var fyra alnar, runt omkring hela huset.
-
6
|Ezequiel 41:6|
Och sidokamrarna lågo den ena ovanför den andra, i trettiotre omgångar; och på den mur som sträckte sig innanför sidokamrarna runt omkring funnos avsatser, på vilka de skulle hava sitt fäste; ty i själva husväggen skulle de icke vara infästa.
-
7
|Ezequiel 41:7|
Härigenom blevo sidokamrarna, där de lågo kring huset, bredare alltefter som de lågo högre upp. Ty husets kringbyggnad sträckte sig med övervåning ovanpå övervåning runt omkring huset. Därför växte bredden inåt, alltefter som våningen låg högre upp. Och från den nedersta våningen steg man så upp i den översta genom den mellersta.
-
8
|Ezequiel 41:8|
Och jag såg att huset låg på en upphöjd fot, som sträckte sig runt däromkring; sidokamrarnas grundvalar voro nämligen en hel stång höga, sex alnar till kanten.
-
9
|Ezequiel 41:9|
Sidokamrarnas yttermur var fem alnar tjock; och den plats som blev fri tillhörde husets sidokamrar.
-
10
|Ezequiel 41:10|
Och mellanrummet bort till tempelkamrarna var tjugu alnar brett runt omkring hela huset.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva