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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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|Neemias 11:11|
samt Seraja, son till Hilkia, son till Mesullam, son till Sadok, son till Merajot, son till Ahitub, fursten i Guds hus,
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|Neemias 11:12|
så ock deras bröder, som förrättade sysslorna i huset, åtta hundra tjugutvå; vidare Adaja, son till Jeroham, son till Pelalja, son till Amsi, son till Sakarja, son till Pashur, son till Malkia,
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|Neemias 11:13|
så ock hans bröder, huvudmän för familjer, två hundra fyrtiotvå; vidare Amassai, son till Asarel, son till Asai, son till Mesillemot, son till Immer,
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|Neemias 11:14|
så ock deras bröder, dugande män, ett hundra tjuguåtta; och tillsyningsman över dem var Sabdiel, Haggedolims son.
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|Neemias 11:15|
Och av leviterna: Semaja, son till Hassub, son till Asrikam, son till Hasabja, son till Bunni,
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|Neemias 11:16|
så ock Sabbetai och Josabad, som hade uppsikten över de yttre sysslorna vid Guds hus och hörde till leviternas huvudmän,
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|Neemias 11:17|
vidare Mattanja, son till Mika, son till Sabdi, son till Asaf, sånganföraren, som vid bönen tog upp lovsången, och Bakbukja, den av hans bröder, som var närmast efter honom, och Abda, son till Sammua, son till Galal, son till Jeditun.
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|Neemias 11:18|
Leviterna i den heliga staden utgjorde tillsammans två hundra åttiofyra.
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|Neemias 11:19|
Och dörrvaktarna, Ackub, Talmon och deras bröder, som höllo vakt vid portarna, voro ett hundra sjuttiotvå.
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|Neemias 11:20|
Och de övriga israeliterna, prästerna och leviterna bodde i alla de andra städerna i Juda, var och en i sin arvedel.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva