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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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11
|Neemias 6:11|
Men jag svarade: »Skulle en man sådan som jag vilja fly? Eller kan väl en man av mitt slag gå in i templet och dock bliva vid liv? Nej, jag vill icke gå dit.»
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12
|Neemias 6:12|
Jag förstod nämligen att Gud icke hade sänt honom, utan att han förebådade mig sådant, blott därför att Tobia och Sanballat hade lejt honom.
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13
|Neemias 6:13|
Han var lejd, för att jag skulle låta skrämma mig till att göra såsom han sade och därmed försynda mig; på detta sätt ville de framkalla ont rykte om mig, för att sedan kunna smäda mig.
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14
|Neemias 6:14|
Tänk, min Gud på Tobia, ävensom Sanballat, efter dessa hans gärningar, så ock på profetissan Noadja och de andra profeterna som ville skrämma mig!
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15
|Neemias 6:15|
Och muren blev färdig på tjugufemte dagen i månaden Elul, efter femtiotvå dagar.
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16
|Neemias 6:16|
När nu alla våra fiender hörde detta, betogos de, alla de kringboende folken, av fruktan, och sågo att de hade kommit illa till korta; ty de förstodo nu att detta arbete var vår Guds verk.
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|Neemias 6:17|
Vid denna tid sände ock Juda ädlingar många brev till Tobia, och brev från Tobia ankommo ock till dem.
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18
|Neemias 6:18|
Ty många i Juda voro genom ed förbundna med honom; han var nämligen måg till Sekanja, Aras son, och hans son Johanan hade tagit till hustru en dotter till Mesullam, Berekjas son.
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|Neemias 6:19|
Dessa plägade också inför mig tala gott om honom, och vad jag sade buro de fram till honom. Tobia sände ock brev för att skrämma mig.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva