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Esperanto -
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|Amós 2:6|
Tiele diras la Eternulo:Pro tri krimoj de Izrael kaj pro kvar Mi ne indulgos lin, pro tio, ke ili vendas virtulon pro argxento kaj malricxulon pro paro da sxuoj.
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7
|Amós 2:7|
Ili premas la kapon de senhavuloj en la polvon de la tero, ili baras la vojon de humiluloj; filo kaj patro iras al unu knabino, por malhonori Mian sanktan nomon.
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8
|Amós 2:8|
Sur garantidonitaj vestoj ili kusxas apud cxiu altaro, kaj vinon de punitoj ili trinkas en la domo de sia dio.
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9
|Amós 2:9|
Kaj Mi ekstermis antaux ili la Amoridon, kiu estis alta kiel cedro kaj forta kiel kverko; Mi ekstermis liajn fruktojn supre kaj liajn radikojn malsupre.
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10
|Amós 2:10|
Mi elkondukis vin el la lando Egipta kaj kondukis vin en la dezerto dum kvardek jaroj, por ke vi ekposedu la landon de la Amorido.
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11
|Amós 2:11|
El viaj filoj Mi faris profetojn kaj el viaj junuloj konsekritojn; cxu ne estas tiel, ho filoj de Izrael? diras la Eternulo.
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12
|Amós 2:12|
Sed vi trinkigis al la konsekritoj vinon, kaj al la profetoj vi ordonis:Ne profetu.
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|Amós 2:13|
Jen Mi krakigos sub vi, kiel krakas veturilo, plenigita de garboj.
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|Amós 2:14|
Ecx lertulo ne povos forkuri, fortulo ne povos ion fari per sia forto, kaj heroo ne povos savi sian vivon;
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|Amós 2:15|
la arkpafistoj ne povos kontrauxstari, rapidpiedulo ne savigxos, kaj rajdanto ne savos sian vivon;
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva