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Esperanto -
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22
|Amós 5:22|
Kiam vi alportas al Mi bruloferojn kaj viajn farunoferojn, Mi ne akceptas ilin, kaj viajn grasajn dankoferojn Mi ne rigardas.
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23
|Amós 5:23|
Forigu de Mi la bruon de viaj kantoj, la sonadon de viaj psalteroj Mi ne volas auxskulti.
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24
|Amós 5:24|
Sed justeco fluu kiel akvo, kaj vero kiel potenca torento.
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25
|Amós 5:25|
CXu bucxoferojn kaj farunoferojn vi alportadis al Mi en la dezerto dum kvardek jaroj, ho domo de Izrael?
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26
|Amós 5:26|
Vi portis la tabernaklon de via Molehx, la kolonon de via idolo, la stelon de via dio, kiun vi faris al vi.
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27
|Amós 5:27|
Tial Mi elpatrujigos vin trans Damaskon, diras la Eternulo, kies nomo estas Dio Cebaot.
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1
|Amós 6:1|
Ve al la senzorguloj en Cion, kaj al tiuj, kiuj fidas la monton de Samario, al la eminentuloj de la unuauloj inter la nacioj, al kiuj sin turnas la domo de Izrael!
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2
|Amós 6:2|
Iru al Kalne, kaj rigardu; de tie iru en la grandan HXamat, poste iru al Gat de la Filisxtoj:cxu ili estas pli bonaj ol tiuj regnoj, cxu iliaj limoj estas pli vastaj ol viaj limoj?
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3
|Amós 6:3|
Tiuj, kiu pensas, ke la tago de malfelicxo estas malproksima, kaj tenas sin proksime de la segxo de maljusteco;
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4
|Amós 6:4|
kiuj kusxas sur eburaj litoj kaj dorlotas sin sur sia kusxejo, mangxas la plej bonajn sxafojn el la sxafaro kaj bovidojn el la nutrejo;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva