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Esperanto -
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29
|Ester 9:29|
Kaj la regxino Ester, filino de Abihxail, kaj la Judo Mordehxaj skribis kun plena insisto, ke oni plenumu tiun duan leteron pri Purim.
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30
|Ester 9:30|
Kaj ili sendis leterojn al cxiuj Judoj en la cent dudek sep landojn de la regno de Ahxasxverosx, kun vortoj de paco kaj de vero,
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31
|Ester 9:31|
ke ili festadu tiujn tagojn de Purim en ilia tempo, kiel decidis pri ili la Judo Mordehxaj kaj la regxino Ester, kaj kiel ili mem akceptis por si kaj por sia idaro koncerne la fastadon kaj pregxadon.
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32
|Ester 9:32|
Kaj laux la ordono de Ester oni konfirmis tiun historion de Purim kaj enskribis en libron.
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1
|Ester 10:1|
La regxo Ahxasxverosx metis sub tributon la teron kaj la insulojn de la maro.
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2
|Ester 10:2|
La tuta historio pri lia forto kaj lia potenco, kaj la detaloj pri la grandeco de Mordehxaj, kiun la regxo grandigis, estas priskribitaj en la libro de kroniko de la regxoj de Medujo kaj Persujo.
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3
|Ester 10:3|
CXar la Judo Mordehxaj estis la dua post la regxo Ahxasxverosx, granda inter la Judoj kaj amata inter la multo de siaj fratoj, zorganta pri la bono de sia popolo kaj donanta pacon al sia tuta idaro.
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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva