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Esperanto -
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|Ester 1:11|
ke ili alkonduku la regxinon Vasxti al la regxo en la regxina krono, por montri al la popoloj kaj al la princoj sxian belecon; cxar sxi estis bela.
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|Ester 1:12|
Sed la regxino Vasxti ne volis veni laux la ordono, kiun la regxo donis per la euxnukoj. Tiam la regxo forte ekkoleris, kaj lia furiozo brulis en li.
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|Ester 1:13|
Kaj la regxo diris al la sagxuloj kompetentaj pri la cirkonstancoj (cxar la aferoj de la regxo estis ordinare farataj post konsiligxo kun cxiuj konantoj de legxo kaj juro;
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|Ester 1:14|
kaj la plej proksimaj al li estis:Karsxena, SXetar, Admata, Tarsxisx, Meres, Marsena, kaj Memuhxan, la sep princoj Persaj kaj Medaj, kiuj havis la rajton rigardi la vizagxon de la regxo kaj okupis la unuan lokon en la regno):
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|Ester 1:15|
Kiel oni laux la legxo devas agi kun la regxino Vasxti pro tio, ke sxi ne plenumis la ordonon de la regxo Ahxasxverosx, donitan per la euxnukoj?
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|Ester 1:16|
Tiam diris Memuhxan antaux la regxo kaj la princoj:La regxino Vasxti estas kulpa, ne sole kontraux la regxo, sed kontraux cxiuj princoj, kaj kontraux cxiuj popoloj, kiuj trovigxas en cxiuj landoj de la regxo Ahxasxverosx;
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17
|Ester 1:17|
cxar la ago de la regxino farigxos konata al cxiuj virinoj tiel, ke ili malrespektos siajn edzojn, dirante:La regxo Ahxasxverosx ordonis venigi al li la regxinon Vasxti, kaj sxi ne iris.
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18
|Ester 1:18|
Nun la Persaj kaj Medaj princedzinoj, kiuj auxdis pri la ago de la regxino, parolos tiel same al cxiuj princoj de la regxo; kaj estos suficxe da malhonoro kaj da cxagreno.
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19
|Ester 1:19|
Se al la regxo placxas, oni elirigu ordonon de la regxo, kaj oni enskribu gxin kiel nemalobeeblan legxon de Persujo kaj Medujo, ke la regxino Vasxti ne venu plu antaux la regxon Ahxasxverosx; kaj sxian regxinecon la regxo transdonu al alia virino, kiu estas pli bona ol sxi.
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20
|Ester 1:20|
Kiam la ordono, kiun la regxo faris, estos auxdita en lia tuta regno, kiel ajn granda gxi estas, tiam cxiuj virinoj respektos siajn edzojn, de la grandaj gxis la malgrandaj.
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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva