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Esperanto -
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21
|Ester 1:21|
La parolo placxis al la regxo kaj al la princoj, kaj la regxo agis konforme al la parolo de Memuhxan.
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22
|Ester 1:22|
Kaj li sendis leterojn en cxiujn landojn de la regxo, en cxiun landon laux gxia skribmaniero kaj al cxiu popolo en gxia lingvo, ke cxiu viro estu cxefo en sia domo kaj postulu paroladon en la lingvo de lia popolo.
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1
|Ester 2:1|
Post tiu afero, kiam kvietigxis la kolero de la regxo Ahxasxverosx, li rememoris pri Vasxti, kaj pri tio, kion sxi faris kaj kio estis dekretita pri sxi.
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2
|Ester 2:2|
Kaj diris la junuloj de la regxo, kiuj servadis al li:Oni sercxu por la regxo belajn junajn virgulinojn;
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3
|Ester 2:3|
kaj la regxo starigu en cxiuj landoj de sia regno oficistojn, kiuj kolektus cxiujn belajn junajn virgulinojn en la kastelurbon SXusxan, en la virinejon, sub la inspektadon de Hegaj, la regxa euxnuko, gardisto de la virinoj, kaj oni donu al ili iliajn beligajxojn;
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4
|Ester 2:4|
kaj la junulino, kiu placxos al la okuloj de la regxo, farigxos regxino anstataux Vasxti. Kaj la afero placxis al la regxo, kaj li tiel faris.
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5
|Ester 2:5|
En la kastelurbo SXusxan estis Judo, kies nomo estis Mordehxaj, filo de Jair, filo de SXimei, filo de Kisx, Benjamenido;
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6
|Ester 2:6|
kiu estis translogxigita el Jerusalem kune kun la translogxigitoj, kiuj estis forkondukitaj kun Jehxonja, regxo de Judujo, kaj kiujn translogxigis Nebukadnecar, regxo de Babel.
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7
|Ester 2:7|
Li estis prizorganto de Hadasa, kiu ankaux estis nomata Ester, filino de lia onklo, cxar sxi ne havis patron nek patrinon. La junulino estis belstatura kaj belvizagxa. Kiam mortis sxiaj gepatroj, Mordehxaj prenis sxin al si kiel filinon.
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8
|Ester 2:8|
Kiam estis auxdigita la ordono de la regxo kaj lia legxo, kaj kiam oni kolektis multe da knabinoj en la kastelurbon SXusxan sub la inspekton de Hegaj, tiam ankaux Ester estis prenita en la regxan domon sub la inspekton de Hegaj, la gardisto de la virinoj.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva