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Esperanto -
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|Filipenses 4:1|
Tial, miaj fratoj amataj kaj alsopirataj, mia gxojo kaj mia krono, tiel staru fortike en la Sinjoro, miaj amataj.
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|Filipenses 4:2|
Mi admonas Euxodian, kaj mi admonas Sintihxen, ke ili estu unuanimaj en la Sinjoro.
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|Filipenses 4:3|
Kaj mi petegas vin ankaux, sincera kunjugulo, helpu tiujn virinojn, cxar ili kunlaboris kun mi en la evangelio, kune kun Klemento kaj miaj ceteraj kunlaborantoj, kies nomoj estas en la libro de vivo.
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|Filipenses 4:4|
GXoju en la Sinjoro cxiam; denove mi diros:GXoju.
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|Filipenses 4:5|
Via mildeco estu konata al cxiuj. La Sinjoro estas proksima.
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|Filipenses 4:6|
Pri nenio trozorgu; sed pri cxio, per pregxo kaj peto kun dankesprimo, viaj deziroj sciigxu al Dio.
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|Filipenses 4:7|
Kaj la paco de Dio, kiu superas cxian intelekton, gardos viajn korojn kaj pensojn en Kristo Jesuo.
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|Filipenses 4:8|
Fine, fratoj, kio ajn estas vera, kio ajn honesta, kio ajn justa, kio ajn cxasta, kio ajn sxatinda, kio ajn bonfama; se estas ia virto, se estas ia lauxdo, tion pripensu.
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|Filipenses 4:9|
Kion vi lernis kaj ricevis kaj auxdis kaj vidis en mi, tion faru; kaj la Dio de paco estos kun vi.
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|Filipenses 4:10|
Sed mi forte gxojas en la Sinjoro, ke vi jam nun revivigis vian zorgon pri mi; vi ja estis zorgemaj, sed mankis al vi oportuna tempo.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva