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Esperanto -
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|Gálatas 6:1|
Fratoj, ecx se homo estos trovita en ia kulpo, vi, kiuj estas spiritaj, restarigu tiun per spirito de mildeco; rigardante vin, cxiu sin mem, por ke vi ne estu tentataj.
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|Gálatas 6:2|
Reciproke subtenadu viajn sxargxojn, kaj tiamaniere plenumu la legxon de Kristo.
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|Gálatas 6:3|
CXar, se iu, estante nenio, sin estimas, kvazaux li estas io, li sin trompas.
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|Gálatas 6:4|
Sed cxiu kontrolu sian propran faradon, kaj tiam li havos singratuladon pri si mem, kaj ne pri sia proksimulo.
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|Gálatas 6:5|
CXar cxiu devas subteni sian propran portajxon.
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|Gálatas 6:6|
Tiu, kiu estas instruata en la parolo de Dio, partoprenu kun tiu, kiu lin instruas, en cxiuj bonajxoj.
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|Gálatas 6:7|
Ne trompigxu; Dio ne estas mokata; cxar cxion, kion oni semas, tion ankaux li rikoltos.
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|Gálatas 6:8|
CXar kiu semas por sia karno, el la karno tiu rikoltos putradon; sed kiu semas por la Spirito, el la Spirito tiu rikoltos eternan vivon.
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|Gálatas 6:9|
Kaj ni ne lacigxu en bonfarado; cxar gxustatempe ni rikoltos, se ni ne senfortigxos.
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|Gálatas 6:10|
Tial laux nia oportuna tempo ni bonfaradu al cxiuj, precipe al tiuj, kiuj apartenas al la familio de la fido.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva