-
-
Esperanto -
-
51
|Lamentações 3:51|
Mia okulo suferigas mian animon pri cxiuj filinoj de mia urbo.
-
52
|Lamentações 3:52|
Senkauxze cxasas min kiel birdon miaj malamikoj;
-
53
|Lamentações 3:53|
Ili pereigas mian vivon en kavo, ili jxetas sur min sxtonojn.
-
54
|Lamentações 3:54|
Akvo levigxis kontraux mian kapon, kaj mi diris:Mi tute pereis.
-
55
|Lamentações 3:55|
Mi vokis Vian nomon, ho Eternulo, el la profunda kavo;
-
56
|Lamentações 3:56|
Vi auxdis mian vocxon; ne kovru Vian orelon antaux mia vokado pri liberigo.
-
57
|Lamentações 3:57|
Vi alproksimigxis, kiam mi vokis al Vi; Vi diris:Ne timu.
-
58
|Lamentações 3:58|
Vi, ho Sinjoro, defendis mian jugxaferon; Vi liberigis mian vivon.
-
59
|Lamentações 3:59|
Vi vidis, ho Eternulo, la maljustajxon, kiun mi suferas; jugxu mian aferon.
-
60
|Lamentações 3:60|
Vi vidis ilian tutan vengxon, cxiujn iliajn intencojn kontraux mi.
-
-
Sugestões

Clique para ler Lucas 1-2
19 de outubro LAB 658
“NOVAS LÍNGUAS”
Marcos 15-16
“Como entender a promessa de falar ‘novas línguas’ (Marcos 16:17)?”
Esta é uma pergunta freqüente, entre os que são estudiosos da Palavra de Deus, e se colocam como leitores do livro de Marcos. Alberto Ronald Timm, Ph.D., em um de seus artigos, (Revista Sinais dos Tempos, Tatuí – SP - Casa Publicadora Brasileira, Janeiro – Fevereiro de 2000, página 21), nos dá algumas explicações que podem ajudar a encontrar a resposta para este questionamento.
Ele explica que “como o conteúdo de Marcos 16:9-20 não aparece nos manuscritos gregos mais antigos e melhores, especialistas em crítica textual do Novo Testamento têm sugerido que o evangelho de Marcos terminava, originalmente, com o verso 8 do capítulo 16”.
Diante disso, se poderia argumentar que o texto de Marcos 16:17 não compartilha da mesma autoridade canônica que o restante do evangelho.
Mas o teólogo supracitado continua argumentando que, aceitando ou não o conteúdo de Marcos 16:9-20 como parte do Cânon, “é importante observar que, na expressão ‘novas línguas’ de Marcos 16:17, o termo original grego para ‘novas’ é ‘kainós (novas línguas para quem fala)’ e não ‘néos’ (línguas até então desconhecidas)”. Isso significa, portanto que essas “novas línguas” dizem respeito às mesmas línguas de nações mencionadas em Atos 2:4 como “outras línguas”, plenamente compreensíveis às respectivas pessoas que as reconhecem como suas línguas maternas (Atos 2:6,8 e 11).
O fato de Marcos 16:17 colocar o dom de falar em “novas línguas” como parte dos “sinais” que haveriam de acompanhar aqueles que cressem, não significa que esse dom deveria ser concedido a todos os crentes em todas as épocas e lugares. Assim como os cristãos não haveriam, obviamente, de pegar “em serpentes” todo o tempo (verso 18), também não é de se esperar que eles devessem falar sempre em “novas línguas”. Além disso, Paulo esclarece que o dom de línguas é dado apenas a alguns crentes, havendo uma necessidade concreta que justifique a sua manifestação (ver 1Coríntios 12:4-11, 28-30).
Ou seja, “falarão novas línguas” seria uma ação-ferramenta usada para a grande realização descrita no verso vinte de Marcos 16: “Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando a palavra com os sinais que a acompanhavam”. “Pregaram por toda a parte” do mundo alcançado de então: desde a sua Palestina local, onde poderiam falar aramaico, até as mais distantes nações, onde precisaram falar os respectivos idiomas: novas línguas. Deus os capacitou!
Se você também quiser pregar o evangelho, limitação não é o problema. Deus completa a sua vontade com a capacitação que só Ele pode oferecer. Ofereça-se a Ele, como um obreiro disposto, e Ele lhe usará.
Valdeci Júnior
Fátima Silva