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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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1
|Números 20:1|
Kaj venis la Izraelidoj, la tuta komunumo, en la dezerton Cin en la unua monato; kaj la popolo eklogxis en Kadesx, kaj tie mortis Mirjam kaj estis tie enterigita.
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2
|Números 20:2|
Kaj ne estis akvo por la komunumo, kaj ili kolektigxis kontraux Moseo kaj Aaron.
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3
|Números 20:3|
Kaj la popolo malpacis kontraux Moseo, kaj ili diris jene:Ho, kial ni ne mortis tiam, kiam mortis niaj fratoj antaux la Eternulo!
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4
|Números 20:4|
Kaj kial vi venigis la komunumon de la Eternulo en cxi tiun dezerton, por ke ni mortu cxi tie kune kun niaj brutoj?
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5
|Números 20:5|
Kaj por kio vi elirigis nin el Egiptujo, por venigi nin al cxi tiu malbona loko, kie oni ne povas semi, kie ne ekzistas figarboj nek vinberoj nek granatoj, kaj kie ne ekzistas akvo por trinki?
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6
|Números 20:6|
Tiam Moseo kaj Aaron iris de antaux la komunumo al la pordo de la tabernaklo de kunveno kaj jxetigxis vizagxaltere, kaj la majesto de la Eternulo aperis al ili.
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7
|Números 20:7|
Kaj la Eternulo ekparolis al Moseo, dirante:
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8
|Números 20:8|
Prenu la bastonon kaj kunvenigu la komunumon, vi kaj via frato Aaron, kaj parolu antaux iliaj okuloj al la roko, kaj gxi donos sian akvon; kaj vi elirigos por ili akvon el la roko, kaj vi trinkigos la komunumon kaj gxiajn brutojn.
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9
|Números 20:9|
Kaj Moseo prenis la bastonon de antaux la Eternulo, kiel Li ordonis al li.
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10
|Números 20:10|
Kaj Moseo kaj Aaron kunvenigis la komunumon antaux la rokon, kaj li diris al ili:Auxskultu, ho ribeluloj, cxu el cxi tiu roko ni elirigu por vi akvon?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva