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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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30
|Números 35:30|
CXiun, kiu mortigis homon, tiun mortiginton oni devas mortigi, se raportis pri li atestantoj; sed unu atestanto ne suficxas, por kondamni homon al morto.
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31
|Números 35:31|
Ne prenu elacxeton pro animo de mortiginto, kiu estas malbonagulo mortiginda; oni devas lin mortigi.
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32
|Números 35:32|
Kaj ne prenu elacxeton pro homo, kiu forkuris en urbon de rifugxo, ke li povu reveni kaj logxi sur sia tero antaux la morto de la pastro.
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33
|Números 35:33|
Kaj ne malhonoru la teron, sur kiu vi estos, cxar sango malhonoras la teron, kaj nur per la sango de tiu, kiu versxis sangon, la tero povas purigxi de la sango, kiu estas versxita sur gxi.
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34
|Números 35:34|
Kaj ne malpurigu la landon, en kiu vi logxas kaj en kies mezo Mi restas; cxar Mi, la Eternulo, restas inter la Izraelidoj.
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1
|Números 36:1|
Kaj aliris la familiestroj de la familio de Gilead, filo de Mahxir, filo de Manase, el la familioj de la Jozefidoj, kaj ekparolis antaux Moseo kaj antaux la eminentuloj, la familiestroj de la Izraelidoj;
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2
|Números 36:2|
kaj ili diris:Al nia sinjoro la Eternulo ordonis disdoni la teron kiel posedajxon per loto al la Izraelidoj, kaj al nia sinjoro la Eternulo ordonis doni la parton de nia frato Celofhxad al liaj filinoj.
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3
|Números 36:3|
Sed se ili farigxos edzinoj de iu el la filoj de alia tribo de la Izraelidoj, tiam ilia posedajxo estos forprenita el la posedajxo de niaj patroj, kaj aligxos al la posedajxo de tiu tribo, al kiu ili ekapartenos, kaj el nia lote ricevita posedajxo gxi estos forprenita.
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4
|Números 36:4|
Kaj kiam ecx estos jubilea jaro cxe la Izraelidoj, ilia posedajxo restos aligita al la posedajxo de tiu tribo, al kiu ili apartenos; kaj el la posedajxo de la tribo de niaj patroj ilia posedajxo restos forprenita.
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5
|Números 36:5|
Tiam Moseo donis ordonon al la Izraelidoj laux la instrukcio de la Eternulo, dirante:Prave parolas la tribo de la Jozefidoj.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva