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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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30
|Números 35:30|
CXiun, kiu mortigis homon, tiun mortiginton oni devas mortigi, se raportis pri li atestantoj; sed unu atestanto ne suficxas, por kondamni homon al morto.
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31
|Números 35:31|
Ne prenu elacxeton pro animo de mortiginto, kiu estas malbonagulo mortiginda; oni devas lin mortigi.
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|Números 35:32|
Kaj ne prenu elacxeton pro homo, kiu forkuris en urbon de rifugxo, ke li povu reveni kaj logxi sur sia tero antaux la morto de la pastro.
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33
|Números 35:33|
Kaj ne malhonoru la teron, sur kiu vi estos, cxar sango malhonoras la teron, kaj nur per la sango de tiu, kiu versxis sangon, la tero povas purigxi de la sango, kiu estas versxita sur gxi.
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34
|Números 35:34|
Kaj ne malpurigu la landon, en kiu vi logxas kaj en kies mezo Mi restas; cxar Mi, la Eternulo, restas inter la Izraelidoj.
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1
|Números 36:1|
Kaj aliris la familiestroj de la familio de Gilead, filo de Mahxir, filo de Manase, el la familioj de la Jozefidoj, kaj ekparolis antaux Moseo kaj antaux la eminentuloj, la familiestroj de la Izraelidoj;
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2
|Números 36:2|
kaj ili diris:Al nia sinjoro la Eternulo ordonis disdoni la teron kiel posedajxon per loto al la Izraelidoj, kaj al nia sinjoro la Eternulo ordonis doni la parton de nia frato Celofhxad al liaj filinoj.
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3
|Números 36:3|
Sed se ili farigxos edzinoj de iu el la filoj de alia tribo de la Izraelidoj, tiam ilia posedajxo estos forprenita el la posedajxo de niaj patroj, kaj aligxos al la posedajxo de tiu tribo, al kiu ili ekapartenos, kaj el nia lote ricevita posedajxo gxi estos forprenita.
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4
|Números 36:4|
Kaj kiam ecx estos jubilea jaro cxe la Izraelidoj, ilia posedajxo restos aligita al la posedajxo de tiu tribo, al kiu ili apartenos; kaj el la posedajxo de la tribo de niaj patroj ilia posedajxo restos forprenita.
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5
|Números 36:5|
Tiam Moseo donis ordonon al la Izraelidoj laux la instrukcio de la Eternulo, dirante:Prave parolas la tribo de la Jozefidoj.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva