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Giovanni Diodati Bible (1649) -
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17
|Eclesiastes 3:17|
io ho detto nel mio cuore: Iddio giudicherà il giusto e l´empio; perciocchè, là, vi è un tempo per ogni cosa e per ogni opera.
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18
|Eclesiastes 3:18|
Io ho detto nel mio cuore, intorno alla condizione de´ figliuoli degli uomini, ch´egli sarebbe da desiderare che Iddio li chiarisse, e ch´essi vedessero che da loro stessi non sono altro che bestie.
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19
|Eclesiastes 3:19|
Perciocchè ciò che avviene a´ figliuoli degli uomini è ciò che avviene alle bestie; vi è un medesimo avvenimento per essi tutti; come muore l´uno, così muore l´altro, e tutti hanno un medesimo fiato; e l´uomo non ha vantaggio alcuno sopra le bestie; perciocchè tutti son vanità.
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20
|Eclesiastes 3:20|
Tutti vanno in un medesimo luogo; tutti sono stati fatti di polvere, e tutti ritornano in polvere.
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21
|Eclesiastes 3:21|
Chi sa che lo spirito de´ figliuoli degli uomini salga in alto, e quel delle bestie scenda a basso sotterra?
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22
|Eclesiastes 3:22|
Io ho dunque veduto che non vi è altro bene, se non che l´uomo si rallegri nelle sue opere; conciossiachè questa sia la sua parte; perciocchè chi lo rimenerà, per veder quello che sarà dopo lui?
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1
|Eclesiastes 4:1|
MA di nuovo io ho vedute tutte le oppressioni che si fanno sotto il sole; ed ecco, le lagrime degli oppressati i quali non hanno alcun consolatore, nè forza da potere scampar dalle mani de´ loro oppressatori; non hanno, dico, alcun consolatore.
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2
|Eclesiastes 4:2|
Onde io pregio i morti, che già son morti, più che i viventi, che sono in vita fino ad ora.
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3
|Eclesiastes 4:3|
Anzi più felice che gli uni, e che gli altri, giudico colui che fino ad ora non è stato; il qual non ha vedute le opere malvage che si fanno sotto il sole.
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4
|Eclesiastes 4:4|
Oltre a ciò, ho veduto che in ogni fatica, ed in ogni opera ben fatta, l´uomo è invidiato dal suo prossimo. Ciò ancora è vanità, e tormento di spirito.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva