-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Giovanni Diodati Bible (1649) -
-
11
|Provérbios 1:11|
Se dicono: Vieni con noi, poniamo agguati al sangue, Insidiamo di nascosto l´innocente impunitamente;
-
12
|Provérbios 1:12|
Tranghiottiamoli tutti vivi, come il sepolcro; E tutti intieri, a guisa di quelli che scendono nella fossa;
-
13
|Provérbios 1:13|
Noi troveremo ogni sorte di preziosi beni, Noi empieremo le nostre case di spoglie;
-
14
|Provérbios 1:14|
Tu trarrai la tua sorte con noi; Fra noi non vi sarà che una sola borsa;
-
15
|Provérbios 1:15|
Figliuol mio, non inviarti con loro; Rattieni il tuo piè dal lor sentiero.
-
16
|Provérbios 1:16|
Perciocchè i lor piedi corrono al male, E si affrettano a spandere il sangue.
-
17
|Provérbios 1:17|
Perciocchè invano si tende la rete Dinanzi agli occhi d´ogni uccello;
-
18
|Provérbios 1:18|
Ma essi pongono agguati al lor proprio sangue, Ed insidiano nascosamente l´anima loro.
-
19
|Provérbios 1:19|
Tali sono i sentieri d´ogni uomo dato all´avarizia; Ella coglie l´anima di coloro in cui ella si trova.
-
20
|Provérbios 1:20|
LA somma Sapienza grida di fuori; Ella fa sentir la sua voce per le piazze;
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva