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Kutsal İncil -
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20
|Esdras 6:20|
Kâhinlerle Levililer hep birlikte kendilerini arındırdılar; dinsel açıdan hepsi arındı. Levililer sürgünden dönenlerin tümü, kardeşleri olan kâhinler ve kendileri için Fısıh kurbanını kestiler.
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21
|Esdras 6:21|
Sürgünden dönen İsraillilerle İsrailin Tanrısı RABbe yönelmek amacıyla kendilerini çevredeki halkların kötü alışkanlıklarından ayırıp onlara katılanların hepsi kurban etinden yedi.
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22
|Esdras 6:22|
Mayasız Ekmek Bayramı'nı yedi gün sevinçle kutladılar. Çünkü RAB onları sevindirdi ve Asur Kralı'nın onlara iyi davranmasını, İsrail'in Tanrısı Tanrı'nın Tapınağı'nın yapım işlerinde onlara yardım etmesini sağladı.
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1
|Esdras 7:1|
Bu olaylardan sonra, Pers Kralı Artahşastanın krallığı döneminde, Başkâhin Harun oğlu Elazar oğlu Pinehas oğlu Avişua oğlu Bukki oğlu Uzzi oğlu Zerahya oğlu Merayot oğlu Azarya oğlu Amarya oğlu Ahituv oğlu Sadok oğlu Şallum oğlu Hilkiya oğlu Azarya oğlu Seraya oğlu Ezra adında biri Babilden geldi. Ezra İsrailin Tanrısı RABbin Musaya verdiği yasayı iyi bilen bir bilgindi. Tanrısı RABbin yardımıyla kral ona her istediğini verdi.
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7
|Esdras 7:7|
Kral Artahşastanın krallığının yedinci yılında İsrail halkından, kâhinlerden, Levililerden, ezgicilerden, tapınak görevlilerinden ve kapı nöbetçilerinden bazıları Yeruşalime gitti.
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8
|Esdras 7:8|
Ezra, Artahşastanın krallığının yedinci yılının beşinci ayında Yeruşalime vardı.
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9
|Esdras 7:9|
Birinci ayın birinci günü Babilden ayrılmıştı. Tanrısının koruyucu eli sayesinde beşinci ayın birinci günü Yeruşalime vardı.
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10
|Esdras 7:10|
Ezra kendini RABbin Yasasını inceleyip uygulamaya ve İsrailde kuralları, ilkeleri öğretmeye adamıştı.
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11
|Esdras 7:11|
Kral Artahşastanın RABbin buyruklarını, İsrail için koyduğu kuralları iyi bilen Kâhin ve Bilgin Ezraya verdiği mektubun bir örneği şudur:
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12
|Esdras 7:12|
‹‹Kralların Kralı Artahşastadan Gökler Tanrısının Yasasının bilgini Kâhin Ezraya selamlar!
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva