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Kutsal İncil -
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23
|Esdras 7:23|
Göklerin Tanrısı kendi tapınağı için ne buyurursa, özenle yerine getirin. Öyle ki, bana ve oğullarıma öfkelenmesin.
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24
|Esdras 7:24|
Şunu da bilesiniz ki, kâhinlerden, Levililerden, ezgicilerden, tapınak görevlilerinden ve kapı nöbetçilerinden, Tanrının Tapınağının öbür hizmetkârlarından vergi almaya yetkiniz yoktur.
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25
|Esdras 7:25|
‹‹Sana gelince, Ezra, sendeki Tanrı bilgeliği uyarınca yargıçlar ata. Bunlar Fıratın batı yakasındaki bölgede yaşayan bütün halka, Tanrının yasalarını bilenlerin hepsine adalet sağlasınlar. Yasayı bilmeyenlere de siz öğreteceksiniz.
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26
|Esdras 7:26|
Tanrının Yasasına ve kralın buyruklarına uymayanlar ya ölümle, ya sürgünle, ya mallarına el konarak, ya da hapsedilerek cezalandırılsın.››
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27
|Esdras 7:27|
Atalarımızın Tanrısı RABbe övgüler olsun! Kralın yüreğine Yeruşalimdeki tapınağını onurlandırma isteğini koydu.
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28
|Esdras 7:28|
Kralın, danışmanlarının, güçlü komutanlarının bana iyi davranmalarını sağladı. Tanrım RAB'bin eli üzerimde olduğundan yüreklendim. İsrail ileri gelenlerinin bazılarını toplayıp benimle Yeruşalim'e dönmelerini sağladım.
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1
|Esdras 8:1|
Artahşastanın krallığı döneminde ben Ezrayla birlikte Babilden dönen boy başlarının ve onlarla birlikte kayıtlı olanların listesi:
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2
|Esdras 8:2|
Pinehasoğullarından Gerşom, İtamaroğullarından Daniel, Davutoğullarından Hattuş.
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3
|Esdras 8:3|
Şekanyaoğullarından, Paroşoğullarından Zekeriya ve onunla birlikte bu boydan kaydedilen 150 erkek.
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4
|Esdras 8:4|
Pahat-Moavoğullarından Zerahya oğlu Elyehoenay ve onunla birlikte 200 erkek.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva