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Kutsal İncil -
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1
|Ester 4:1|
Mordekay olup bitenleri öğrenince giysilerini yırttı, çula sarınıp başından aşağı kül döktü, yüksek sesle ve acıyla feryat ederek kent merkezine geldi.
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2
|Ester 4:2|
Varıp sarayın kapısında durdu. Çünkü çula sarınmış hiç kimse bu kapıdan içeri giremezdi.
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3
|Ester 4:3|
Kralın buyruğunun ve fermanının ulaştığı her ilde Yahudiler büyük yas tuttular, ağlayıp feryat ettiler, oruç tuttular. Birçoğu da çula sarınıp kül içinde yattı.
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4
|Ester 4:4|
Hizmetçileriyle haremağaları gelip Mordekayın durumunu anlatınca, Kraliçe Ester çok sarsıldı. Çulunu çıkartıp giyinmesi için Mordekaya giysiler gönderdi, ama Mordekay bunları kabul etmedi.
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5
|Ester 4:5|
Bunun üzerine Ester kralın kendi hizmetine atadığı haremağalarından biri olan Hatakı çağırttı; Mordekaydan ne olup bittiğini ve nedenini öğrenmesini buyurdu.
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6
|Ester 4:6|
Hatak saray kapısının açıldığı kent meydanına, Mordekayın yanına gitti.
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7
|Ester 4:7|
Mordekay başına gelen her şeyi ona anlattı. Yahudilerin yok edilmesi için Hamanın saray hazinesine vaat ettiği paranın miktarını bile tam tamına ona bildirdi.
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8
|Ester 4:8|
Estere gösterip açıklaması için Susta yayımlanan, Yahudilerin kökünün kurutulmasını isteyen fermanın bir kopyasını da ona verdi. Esterin krala çıkmasını, ondan merhamet dileyip kendi halkı için yalvarmasını istedi.
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9
|Ester 4:9|
Hatak geri dönüp Mordekayın söylediklerini Estere bildirdi.
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10
|Ester 4:10|
Ester Mordekaya şu haberi götürmesini buyurdu:
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva