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Kutsal İncil -
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10
|Ester 2:10|
Ester halkını da, soyunu da açıklamadı. Çünkü Mordekay bunları açıklamasını yasaklamıştı.
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11
|Ester 2:11|
Mordekay, Esterin nasıl olduğunu ve ona nasıl davranıldığını öğrenmek için her gün haremin avlusunun önünde gezinip dururdu.
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12
|Ester 2:12|
Her genç kız sırası geldiğinde Kral Ahaşveroşun huzuruna çıkacaktı. Ama kızlarla ilgili kurallar uyarınca, önce on iki ay süren güzellik bakımını tamamlaması gerekiyordu. Altı ay süreyle her kıza mür yağı sürülüyor, altı ay da kremler, losyonlar uygulanıyordu.
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13
|Ester 2:13|
Kralın yanına girme sırası gelen genç kız, haremden her istediğini alıp birlikte saraya götürürdü.
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14
|Ester 2:14|
Akşam kralın yanına giren kız, ertesi sabah ikinci hareme, cariyelerden sorumlu haremağası Şaaşgazın yönetimindeki hareme dönerdi. Yalnız kralın beğendiği, adıyla çağırdığı kız yeniden onun yanına girebilirdi.
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|Ester 2:15|
Kralın yanına girme sırası Mordekayın evlat edindiği Estere -Mordekayın amcası Avihayilin kızına- gelince, Ester, kralın kızlardan sorumlu haremağası Hegayın kendisine önerdiklerinden başka bir şey istemedi. Kendisini gören herkesin beğenisini kazandı.
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16
|Ester 2:16|
Ahaşveroşun krallığının yedinci yılında, Tevet diye adlandırılan onuncu ayda, Ester saraya, kralın yanına götürüldü.
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17
|Ester 2:17|
Kral Esteri öbür kızlardan daha çok sevdi, en çok ondan hoşlandı, en çok ona ayrıcalık tanıdı. Kraliçelik tacını ona giydirip Vaştinin yerine kraliçe yaptı.
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18
|Ester 2:18|
Ardından Esterin onuruna büyük bir şölen verdi. Bu şölende bütün önderler ve görevliler hazır bulundu. Kral bütün illerde bayram ilan etti ve krallara yaraşır cömertlikle armağanlar dağıttı.
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19
|Ester 2:19|
Kızlar ikinci kez toplandıklarında Mordekay, kralın kapı görevlilerinden biri olmuştu.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva