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Kutsal İncil -
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11
|Habacuque 1:11|
Rüzgar gibi geçip gidiyorlar.
Bu suçlu adamların ilahları kendi güçleridir.››
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12
|Habacuque 1:12|
Ya RAB, kutsal Tanrım,
Öncesizlikten beri var olan sen değil misin?
Sen ölmeyeceksin.
Ya RAB, bizi yargılamak için Kildanileri mi seçtin?
Ey sığınağımız, onlara mı verdin cezalandırma yetkisini? ölmeyeceğiz››.
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13
|Habacuque 1:13|
Kötüye bakamayacak kadar saftır gözlerin.
Haksızlığı hoş göremezsin.
Öyleyse nasıl hoş görürsün
Bu hain adamları?
Doğrular kötülere yem olurken
Neden susuyorsun?
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14
|Habacuque 1:14|
İnsanları denizdeki balıklara,
Yöneticiden yoksun sürüngenlere çevirdin.
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15
|Habacuque 1:15|
Kildaniler onları oltayla, ağla,
Serpme ağla tutar gibi tutuyor
Ve sevinç çığlıkları atıyorlar.
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16
|Habacuque 1:16|
Kurban kesiyorlar ağlarına bu yüzden.
Kendilerine lezzetli ve bol yiyecek sağlayan ağları için buhur yakıyorlar.
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17
|Habacuque 1:17|
Ağlarını durmadan boşaltmaya,
Ulusları acımasızca öldürmeye devam edecekler mi?
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1
|Habacuque 2:1|
Nöbet yerinde, gözcü kulesinde durayım,
Bakayım RAB bana ne diyecek,
Yakınmalarıma ne yanıt verecek göreyim.
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2
|Habacuque 2:2|
Şöyle yanıtladı RAB:
‹‹Göreceklerini taş levhalara oyarak yaz.
Öyle ki, herkes bir çırpıda okusun.
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3
|Habacuque 2:3|
Bu olayların zamanı gelmedi henüz.
Sonun belirtileridir bunlar ve yalan değildir.
Gecikiyormuş gibi görünse de bekle olacakları,
Kesinlikle olacak, gecikmeyecek.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva