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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Kutsal İncil -
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1
|Juízes 8:1|
Efrayimoğulları Gidyona, ‹‹Midyanlılarla savaşmaya gittiğinde bizi çağırmadın; bize neden böyle davrandın?›› diyerek onu sert bir dille eleştirdiler.
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2
|Juízes 8:2|
Gidyon, ‹‹Sizin yaptığınızın yanında benim yaptığım ne ki?›› diye karşılık verdi, ‹‹Efrayimin bağbozumundan artakalan üzümler, Aviezerin bütün bağbozumu ürününden daha iyi değil mi?
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3
|Juízes 8:3|
Tanrı Midyan önderlerini, Orevi ve Zeevi elinize teslim etti. Sizin yaptıklarınıza kıyasla ben ne yapabildim ki?›› Gidyonun bu sözleri onların öfkesini yatıştırdı.
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4
|Juízes 8:4|
Gidyon bitkin olmalarına karşın Midyanlıları kovalamayı sürdüren üç yüz adamıyla Şeria Irmağına ulaşıp karşıya geçti.
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5
|Juízes 8:5|
Sukkota vardıklarında kent halkına, ‹‹Lütfen ardımdaki adamlara ekmek verin, bitkin haldeler›› dedi, ‹‹Ben Midyan kralları Zevah ve Salmunnayı kovalıyorum.››
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6
|Juízes 8:6|
Sukkot önderleri, ‹‹Zevah ile Salmunnayı tutsak aldın mı ki, orduna ekmek verelim?›› dediler.
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7
|Juízes 8:7|
Gidyon, ‹‹Öyle olsun!›› diye karşılık verdi, ‹‹RAB Zevah ile Salmunnayı elime teslim edince, bedenlerinizi çöl dikenleriyle, çalılarla yaracağım.››
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8
|Juízes 8:8|
Gidyon oradan Penuele gitti ve oranın halkından da aynı şeyi istedi. Penuel halkı da Sukkot halkının verdiği yanıtın aynısını verdi.
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9
|Juízes 8:9|
Gidyon onlara, ‹‹Esenlik içinde döndüğüm zaman bu kuleyi yıkacağım›› dedi.
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10
|Juízes 8:10|
Zevah ile Salmunna doğulu halkların ordularından artakalan yaklaşık on beş bin kişilik bir orduyla birlikte Karkordaydılar. Eli kılıç tutan yüz yirmi bin savaşçı ölmüştü.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva