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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Kutsal İncil -
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18
|Juízes 7:18|
Ben ve yanımdakiler borularımızı çalınca, siz de ordugahın çevresinde durup borularınızı çalın ve, ‹RAB için ve Gidyon için!› diye bağırın.››
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19
|Juízes 7:19|
Gidyon ile yanındaki yüz kişi gece yarısından az önce, nöbetçi değişiminden hemen sonra ordugahın yanına vardılar; borularını çalmaya başlayıp ellerindeki testileri kırdılar.
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20
|Juízes 7:20|
Üç bölük de borularını çalıp testileri kırdı. Çalacakları boruları sağ ellerinde, çıralarıysa sol ellerinde tutuyorlardı. ‹‹Yaşasın RABbin ve Gidyonun kılıcı!›› diye bağırdılar.
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21
|Juízes 7:21|
Onlar ordugahın çevresinde dururken, ordugahtakilerin hepsi koşuşmaya, bağırıp kaçışmaya başladı.
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22
|Juízes 7:22|
Üç yüz boru birden çalınca RAB ordugahtakilerin hepsini kılıçla birbirlerine saldırttı. Midyan ordusu Sereraya doğru, Beytşittaya, Tabbat yakınındaki Avel-Mehola sınırına dek kaçtı.
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23
|Juízes 7:23|
Naftali, Aşer ve bütün Manaşşeden çağrılan İsrailliler Midyanlıları kovalamaya başladılar.
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24
|Juízes 7:24|
Gidyon, Efrayimin dağlık bölgesine gönderdiği ulaklar aracılığıyla, ‹‹İnip Midyanlılara saldırın›› dedi, ‹‹Önlerini kesmek için Şeria Irmağının Beytbaraya kadar uzanan bölümünü tutun.›› Efrayimoğulları Şeria Irmağının Beytbaraya kadarki bölümünü ele geçirdiler.
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25
|Juízes 7:25|
Midyanlı iki önderi, Orev ile Zeev'i tutsak aldılar. Orev'i Orev Kayası'nda, Zeev'i ise Zeev'in üzüm sıkma çukurunda öldürerek Midyanlılar'ı kovalamaya devam ettiler. Orev'le Zeev'in kesik başlarını Şeria Irmağı'nın karşı yakasından Gidyon'a getirdiler.
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1
|Juízes 8:1|
Efrayimoğulları Gidyona, ‹‹Midyanlılarla savaşmaya gittiğinde bizi çağırmadın; bize neden böyle davrandın?›› diyerek onu sert bir dille eleştirdiler.
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2
|Juízes 8:2|
Gidyon, ‹‹Sizin yaptığınızın yanında benim yaptığım ne ki?›› diye karşılık verdi, ‹‹Efrayimin bağbozumundan artakalan üzümler, Aviezerin bütün bağbozumu ürününden daha iyi değil mi?
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva