-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Kutsal İncil -
-
45
|Números 31:45|
30 500 eşek,
-
46
|Números 31:46|
16 000 kişi.
-
47
|Números 31:47|
Musa, RABbin kendisine buyurduğu gibi, İsraillilere düşen yarı paydan her elli kişiden ve hayvandan birini alıp RABbin Konutunun hizmetinden sorumlu olan Levililere verdi.
-
48
|Números 31:48|
Ordu komutanları -binbaşılar ve yüzbaşılar- Musaya gidip,
-
49
|Números 31:49|
‹‹Efendimiz, yönetimimiz altındaki askerleri saydık, eksik yok›› dediler,
-
50
|Números 31:50|
‹‹İşte, ele geçirdiğimiz altın eşyaları -pazıbentleri, bilezikleri, yüzükleri, küpeleri, kolyeleri- getirdik. Günahlarımızı bağışlatmak için bunları RABbe sunuyoruz.››
-
51
|Números 31:51|
Musayla Kâhin Elazar altını, her tür işlenmiş altın eşyayı onlardan aldılar.
-
52
|Números 31:52|
Binbaşı ve yüzbaşılardan alıp RABbe armağan olarak sundukları altının toplam ağırlığı 16 750 şekeldi.
-
53
|Números 31:53|
Savaşa katılan her asker kendine yağmalanmış maldan almıştı.
-
54
|Números 31:54|
Musa'yla Kâhin Elazar binbaşı ve yüzbaşılardan aldıkları altını İsrailliler için RAB'bin önünde bir anımsatma sunusu olarak Buluşma Çadırı'na getirdiler.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva