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Kutsal İncil -
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1
|Rute 3:1|
Kaynanası Naomi bir gün Ruta, ‹‹Kızım, iyiliğin için sana rahat edeceğin bir yer aramam gerekmez mi?›› dedi.
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2
|Rute 3:2|
‹‹Hizmetçileriyle birlikte bulunduğun Boaz akrabamız değil mi? Bak şimdi, bu akşam Boaz harman yerinde arpa savuracak.
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3
|Rute 3:3|
Yıkan, kokular sürün, giyinip harman yerine git. Ama adam yemeyi içmeyi bitirene dek orada olduğunu belli etme.
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4
|Rute 3:4|
Adam yatıp uyuduğunda, nerede yattığını belle; sonra gidip onun ayaklarının üzerindeki örtüyü kaldır ve oracıkta yat. Ne yapman gerektiğini o sana söyler.›› anlamına gelirdi.
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5
|Rute 3:5|
Rut ona, ‹‹Söylediğin her şeyi yapacağım›› diye karşılık verdi.
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6
|Rute 3:6|
Harman yerine giderek kaynanasının her dediğini yaptı.
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7
|Rute 3:7|
Boaz yiyip içti, keyfi yerine geldi. Sonra harman yığınının dibinde uyumaya gitti. Rut da gizlice yaklaştı, onun ayaklarının üzerindeki örtüyü kaldırıp yattı.
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8
|Rute 3:8|
Gece yarısı adam ürktü; yattığı yerde dönünce ayaklarının dibinde yatan kadını ayrımsadı.
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9
|Rute 3:9|
Ona, ‹‹Kimsin sen?›› diye sordu. Kadın, ‹‹Ben kölen Rutum›› diye yanıtladı. ‹‹Kölenle evlen. Çünkü sen yakın akrabamızsın›› dedi.
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10
|Rute 3:10|
Boaz, ‹‹RAB seni kutsasın, kızım›› dedi. ‹‹Bu son iyiliğin, ilkinden de büyük. Çünkü yoksul olsun, zengin olsun, gençlerin peşinden gitmedin.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva