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Kutsal İncil -
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9
|Rute 2:9|
Gözün, orakçıların biçtiği tarlada olsun; kızların ardından git. Sana ilişmesinler diye adamlarıma buyruk verdim. Susayınca var git, kuyudan çektikleri suyla doldurdukları testilerden iç.››
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10
|Rute 2:10|
Rut eğilip yüzüstü yere kapandı. Boaza, ‹‹Bir yabancı olduğum halde bana neden yakınlık gösteriyor, bu iyiliği yapıyorsun?›› dedi.
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11
|Rute 2:11|
Boaz şöyle karşılık verdi: ‹‹Kocanın ölümünden sonra kaynanan için yaptığın her şey bana bir bir anlatıldı. Anneni babanı, doğduğun ülkeyi bıraktın; önceden hiç tanımadığın bir halkın arasına geldin.
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12
|Rute 2:12|
RAB yaptıklarının karşılığını versin. Kanatları altına sığınmak için kendisine geldiğin İsrailin Tanrısı RAB seni cömertçe ödüllendirsin.››
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13
|Rute 2:13|
Rut, ‹‹Bana çok iyi davrandın, efendim›› dedi. ‹‹Kölelerinden biri olmadığım halde, söylediğin sözlerle beni teselli ettin, yüreğimi okşadın.››
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14
|Rute 2:14|
Yemek vakti gelince Boaz Ruta, ‹‹Buraya yaklaş, ekmek al, pekmeze batırıp ye›› dedi. Rut varıp orakçıların yanına oturdu. Boaz ona kavrulmuş başak verdi. Rut bir kısmını yedikten sonra doydu, birazını da artırdı.
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15
|Rute 2:15|
Başak devşirmek için kalkınca, Boaz adamlarına, ‹‹Demetler arasında da başak devşirsin, ona dokunmayın›› diye buyurdu.
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16
|Rute 2:16|
‹‹Hatta onun için demetlerden başak ayırıp yere bırakın da devşirsin. Sakın onu azarlamayın.››
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17
|Rute 2:17|
Böylece Rut akşama dek tarlada başak devşirdi. Devşirdiği başakları dövünce bir efa kadar arpası oldu.
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18
|Rute 2:18|
Bunu yüklenip kente döndü. Devşirdiklerini gören kaynanasına ayrıca, tarlada doyduktan sonra artırdığı başakları da çıkarıp verdi.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva