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Kutsal İncil -
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2
|Sofonias 3:2|
Söz dinlemedi, ders almadı, RABbe güvenmedi,
Tanrısına sığınmadı.
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3
|Sofonias 3:3|
Yöneticileri kükreyen aslanlar,
Önderleri akşam gezen aç kurtlar gibi,
Sabaha bir şey bırakmazlar.
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4
|Sofonias 3:4|
Peygamberleri sorumsuz ve güvenilmezdir.
Kâhinleri kutsal olanı kirletip,
Yasayı çarpıtırlar.
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5
|Sofonias 3:5|
Ama adil RAB hâlâ o kentte;
O haksızlık etmez,
Aksatmadan dağıtır adaletini her yeni günün sabahında.
Ne var ki, bu yetmiyor haksızları utandırmaya.
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6
|Sofonias 3:6|
RAB diyor ki, ‹‹Ulusları yok ettim,
Kalelerini yıktım, sokaklarını harap ettim.
O sokaklardan geçen kimse yok artık.
Kentleri viraneye döndü,
Eser kalmadı insandan.
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7
|Sofonias 3:7|
Halkım benden korkar,
Ders alır bundan dedim.
O zaman konutlarına dokunmaz,
Onları tasarladığım cezaya çarptırmazdım.
Ama her türlü kötülüğü yapmaya istekli görünüyorlar.››
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8
|Sofonias 3:8|
Bu yüzden, ‹‹Bekleyin de görün›› diyor RAB,
‹‹Ulusları yargılayacağım günü bekleyin.
Ulusları toplamaya,
Krallıkları bir araya getirmeye,
Gazabımı, kızgın öfkemi
Üzerlerine dökmeye karar verdim.
Çünkü kıskançlığımın ateşi bütün dünyayı yiyip bitirecek.
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9
|Sofonias 3:9|
O zaman, hep birlikte beni adımla çağırmaları,
Omuz omuza bana hizmet etmeleri için,
Halkların dudaklarını pak kılacağım.
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10
|Sofonias 3:10|
Dağılmış olan, bana tapan halkım,
Kûş ırmaklarının ötesinden
Bana sunular getirecek.
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11
|Sofonias 3:11|
Halkım bana yaptığı bunca kötülük yüzünden utandırılmayacak o gün.
Çünkü gururlu, küstah olanları uzaklaştıracağım aralarından.
Kutsal dağımda bir daha böbürlenmeyecekler.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva