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Kutsal İncil -
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1
|Tiago 4:1|
Aranızdaki kavgaların, çekişmelerin kaynağı nedir? Bedeninizin üyelerinde savaşan tutkularınız değil mi?
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2
|Tiago 4:2|
Bir şey arzu ediyor, elde edemeyince adam öldürüyorsunuz. Kıskanıyorsunuz, isteğinize erişemeyince çekişip kavga ediyorsunuz. Elde edemiyorsunuz, çünkü Tanrıdan dilemiyorsunuz.
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3
|Tiago 4:3|
Dilediğiniz zaman da dileğinize kavuşamıyorsunuz. Çünkü kötü amaçla, tutkularınız uğruna kullanmak için diliyorsunuz.
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4
|Tiago 4:4|
Ey vefasızlar, dünyayla dostluğun Tanrıya düşmanlık olduğunu bilmiyor musunuz? Dünyayla dost olmak isteyen, kendini Tanrıya düşman eder.
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5
|Tiago 4:5|
Sizce Kutsal Yazı boş yere mi şöyle diyor: ‹‹Tanrı içimize koyduğu ruhu kıskançlık derecesinde özler.››
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6
|Tiago 4:6|
Yine de bize daha çok lütfeder. Bu nedenle Yazı şöyle diyor: ‹‹Tanrı kibirlilere karşıdır, Ama alçakgönüllülere lütfeder.››
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7
|Tiago 4:7|
Bunun için Tanrıya bağımlı olun. İblise karşı direnin, sizden kaçacaktır.
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8
|Tiago 4:8|
Tanrıya yaklaşın, O da size yaklaşacaktır. Ey günahkârlar, ellerinizi günahtan temizleyin. Ey kararsızlar, yüreklerinizi paklayın.
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9
|Tiago 4:9|
Kederlenin, yas tutup ağlayın. Gülüşünüz yasa, sevinciniz üzüntüye dönüşsün.
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10
|Tiago 4:10|
Rabbin önünde kendinizi alçaltın, sizi yüceltecektir.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva