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King James Version -
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1
|Eclesiastes 1:1|
The words of the Preacher, the son of David, king in Jerusalem.
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2
|Eclesiastes 1:2|
Vanity of vanities, saith the Preacher, vanity of vanities; all is vanity.
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3
|Eclesiastes 1:3|
What profit hath a man of all his labour which he taketh under the sun?
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4
|Eclesiastes 1:4|
One generation passeth away, and another generation cometh: but the earth abideth for ever.
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5
|Eclesiastes 1:5|
The sun also ariseth, and the sun goeth down, and hasteth to his place where he arose.
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6
|Eclesiastes 1:6|
The wind goeth toward the south, and turneth about unto the north; it whirleth about continually, and the wind returneth again according to his circuits.
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7
|Eclesiastes 1:7|
All the rivers run into the sea; yet the sea is not full; unto the place from whence the rivers come, thither they return again.
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8
|Eclesiastes 1:8|
All things are full of labour; man cannot utter it: the eye is not satisfied with seeing, nor the ear filled with hearing.
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9
|Eclesiastes 1:9|
The thing that hath been, it is that which shall be; and that which is done is that which shall be done: and there is no new thing under the sun.
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10
|Eclesiastes 1:10|
Is there any thing whereof it may be said, See, this is new? it hath been already of old time, which was before us.
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva