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Louis Segond (1910) -
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9
|Ester 2:9|
La jeune fille lui plut, et trouva grâce devant lui; il s'empressa de lui fournir les choses nécessaires pour sa toilette et pour sa subsistance, lui donna sept jeunes filles choisies dans la maison du roi, et la plaça avec ses jeunes filles dans le meilleur appartement de la maison des femmes.
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10
|Ester 2:10|
Esther ne fit connaître ni son peuple ni sa naissance, car Mardochée lui avait défendu d'en parler.
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11
|Ester 2:11|
Et chaque jour Mardochée allait et venait devant la cour de la maison des femmes, pour savoir comment se portait Esther et comment on la traitait.
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12
|Ester 2:12|
Chaque jeune fille allait à son tour vers le roi Assuérus, après avoir employé douze mois à s'acquitter de ce qui était prescrit aux femmes; pendant ce temps, elles prenaient soin de leur toilette, six mois avec de l'huile de myrrhe, et six mois avec des aromates et des parfums en usage parmi les femmes.
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13
|Ester 2:13|
C'est ainsi que chaque jeune fille allait vers le roi; et, quand elle passait de la maison des femmes dans la maison du roi, on lui laissait prendre avec elle tout ce qu'elle voulait.
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14
|Ester 2:14|
Elle y allait le soir; et le lendemain matin elle passait dans la seconde maison des femmes, sous la surveillance de Schaaschgaz, eunuque du roi et gardien des concubines. Elle ne retournait plus vers le roi, à moins que le roi n'en eût le désir et qu'elle ne fût appelée par son nom.
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15
|Ester 2:15|
Lorsque son tour d'aller vers le roi fut arrivé, Esther, fille d'Abichaïl, oncle de Mardochée qui l'avait adoptée pour fille, ne demanda que ce qui fut désigné par Hégaï, eunuque du roi et gardien des femmes. Esther trouvait grâce aux yeux de tous ceux qui la voyaient.
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16
|Ester 2:16|
Esther fut conduite auprès du roi Assuérus, dans sa maison royale, le dixième mois, qui est le mois de Tébeth, la septième année de son règne.
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|Ester 2:17|
Le roi aima Esther plus que toutes les autres femmes, et elle obtint grâce et faveur devant lui plus que toutes les autres jeunes filles. Il mit la couronne royale sur sa tête, et la fit reine à la place de Vasthi.
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18
|Ester 2:18|
Le roi donna un grand festin à tous ses princes et à ses serviteurs, un festin en l'honneur d'Esther; il accorda du repos aux provinces, et fit des présents avec une libéralité royale.
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Sugestões

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09 de junho LAB 526
EU NÃO ENTENDO
JÓ 22-24
Hoje, quero fazer um alerta: nem tudo o que você ler, isoladamente, pode tomar como verdade para sua vida, no sentido de aplicar o texto do jeito que está escrito. Se olhar para o livro de Jó como um todo, ele é excelente para ser aplicado na nossa vida. Porém, em detalhes isolados, é preciso tomar cuidado com a interpretação. Assim como em outras partes, a Bíblia mostra ações que os personagens fizeram, que eram erradas, justamente para não cairmos nos mesmos erros e fazermos as mesmas coisas. Da mesma forma, em Jó, o Livro Sagrado mostra pensamentos dos personagens, que eram errados, com a intenção de relatar os pensamentos errados deles e, também, para não cairmos nos mesmos erros de pensar com os mesmos equívocos.
Em Jó 22, encontramos Elifaz acusando a Jó de pecados específicos. Ele estava mentindo. E como o diabo é o pai da mentira, podemos deduzir que Elifaz estava sendo usado por Satanás. A provação de Jó não foi só por perder os bens materiais, os filhos e a saúde. Também fez parte das suas lutas, o “blá-blá-blá” mentiroso, injusto e acusador daqueles infames e infelizes que se diziam amigos. No entanto, no nível da linguagem e ideias, na realidade, eram verdadeiros inimigos. Elifaz tentou forçar Jó a se sentir culpado para com Deus, e então merecedor daqueles problemas, como se os problemas fossem castigos.
O comentário Bíblico SDABC, pág. 1140, deixa bem claro, que com essa atitude, os amigos de Jó e, especificamente, Elifaz, estavam retratando a Deus de maneira errônea. Então, como iremos formar um conceito do que é ou como é a Divindade a partir de um pensamento herege desse? A Bíblia não é herética, ela mostra o herege. Precisamos tomar os devidos cuidados ao ler a Bíblia para não sermos enganados e não cairmos num erro simplório de uma interpretação de texto mal feita.
Há momentos em que temos de admitir que não existem todas as respostas. Que professor tem mais moral diante dos alunos: aquele que tenta responder todas as perguntas, nem que seja enrolando e saindo pela tangente, ou aquele que responde honestamente o que sabe e é sincero o suficiente para dizer um “não sei”?
No trecho bíblico que estamos lendo, vemos o Bildade, Zofar, Elifaz e Jó discutindo, argumentando. Os amigos sabichões “têm” todas as respostas, mas são os mais burros. Jó, justamente por admitir que não tinha todas as respostas, se saiu como o mais sábio.
Jó não tinha uma compreensão plena daquilo que estava acontecendo. E mesmo sem entender, não se deu por vencido, preferiu confiar em Deus. Confie, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva