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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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7
|Josué 16:7|
Then it went down from Janoah to Ataroth and Naarah, touched Jericho and came out at the Jordan.
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8
|Josué 16:8|
From Tappuah the border went west to the Kanah Ravine and ended at the sea. This was the inheritance of the tribe of the Ephraimites, clan by clan.
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9
|Josué 16:9|
It also included all the towns and their villages that were set aside for the Ephraimites within the inheritance of the Manassites.
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10
|Josué 16:10|
They did not dislodge the Canaanites living in Gezer; to this day the Canaanites live among the people of Ephraim but are required to do forced labour.
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1
|Josué 17:1|
This was the allotment for the tribe of Manasseh as Joseph’s firstborn, that is, for Makir, Manasseh’s firstborn. Makir was the ancestor of the Gileadites, who had received Gilead and Bashan because the Makirites were great soldiers.
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2
|Josué 17:2|
So this allotment was for the rest of the people of Manasseh — the clans of Abiezer, Helek, Asriel, Shechem, Hepher and
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3
|Josué 17:3|
Now Zelophehad son of Hepher, the son of Gilead, the son of Makir, the son of Manasseh, had no sons but only daughters, whose names were Mahlah, Noah, Hoglah, Milcah and Tirzah.
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4
|Josué 17:4|
They went to Eleazar the priest, Joshua son of Nun, and the leaders and said, “The LORD commanded Moses to give us an inheritance among our brothers.” So Joshua gave them an inheritance along with the brothers of their father, according to the LORD’s command.
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|Josué 17:5|
Manasseh’s share consisted of ten tracts of land besides Gilead and Bashan east of the Jordan,
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|Josué 17:6|
because the daughters of the tribe of Manasseh received an inheritance among the sons. The land of Gilead belonged to the rest of the descendants of Manasseh.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva