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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Números 36:1|
Os chefes de família dos grupos de famílias de Gileade, descendentes diretos de Maquir, Manassés e José, foram falar com Moisés e com os outros chefes de famílias israelitas. Eles disseram a Moisés:
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2
|Números 36:2|
- O SENHOR Deus ordenou que o senhor distribuísse a terra ao povo por sorteio. Ele também ordenou que o senhor desse a propriedade do nosso parente Zelofeade às suas filhas.
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3
|Números 36:3|
Porém, se elas casarem com homens de outra tribo israelita, a terra que foi dada a elas deixará de pertencer à nossa tribo e passará a ser da tribo daqueles com quem elas casarem. Assim irá diminuindo a parte que nos foi dada por sorteio.
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4
|Números 36:4|
Porém, quando chegar o Ano da Libertação, a terra delas ficará definitivamente para a tribo daqueles com quem elas casaram e não será mais nossa.
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5
|Números 36:5|
Então Moisés, conforme a ordem do SENHOR, respondeu aos israelitas o seguinte: - Os homens da tribo de José têm razão. A ordem do SENHOR para as filhas de Zelofeade é esta:
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6
|Números 36:6|
Elas podem casar com quem quiserem, contanto que seja com um homem de uma das famílias da tribo do seu pai.
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7
|Números 36:7|
Desse modo as terras dos israelitas não passarão de uma tribo para outra. Pois os israelitas devem ficar ligados cada um à terra da tribo dos seus pais.
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8
|Números 36:8|
Todas as moças que tiverem terras numa tribo israelita deverão casar com alguém da família da tribo do seu pai.
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9
|Números 36:9|
Desse modo cada israelita herdará a terra dos seus antepassados, e ela não passará de uma tribo para outra. Cada tribo continuará ligada à sua própria terra.
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10
|Números 36:10|
Então Macla, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, fizeram como o SENHOR havia ordenado a Moisés e casaram com filhos dos seus tios paternos.
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Sugestões

Clique para ler Eclesiastes 1-4
18 de julho LAB 565
COMO ENTENDER ECLESIASTES?
Eclesiastes 01-04
Hoje, quero apresentar uma explicação de James W. Zackrison (CPB, LES, jan-mar 2007, 2) sobre como entendermos o livro de Eclesiastes.
Esse teólogo explica que, ao contrário de outros livros da Bíblia, que frequentemente começam com uma forte afirmação sobre Deus, Eclesiastes começa com um grito sobre a falta de sentido para a vida. “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade”. Essa introdução se parece mais com os modernos escritores seculares que com um profeta de Yahweh. Não obstante, como cristãos, cremos que Eclesiastes foi colocado no cânon das Escrituras porque Deus tem nele uma mensagem para nós.
Muitos estudiosos afirmam que o autor não foi o rei Salomão. Mas mantemos a posição de que Salomão foi o escritor fundamentados na tradição cristã e judaica e nas evidências internas do livro. Ao nos dedicarmos ao estudo deste livro, alguns simples princípios de interpretação nos serão de muita ajuda.
Para começar, Salomão estava escrevendo no fim de uma vida cheia de amargura e ira contra si mesmo por sua apostasia. O que é singular nesse livro é que, em alguns lugares, Salomão escreveu sob a perspectiva de alguém alienado de Deus. Como alguns autores modernos, ele nos dá pensamentos que saem diretamente de sua cabeça. Vemos o mundo como aparece através desses olhos.
Essas porções de Eclesiastes que mencionam a experiência e o raciocínio dos anos de apostasia [de Salomão] não devem ser considerados como se representassem a mente e a vontade do Espírito. Não obstante, são um registro inspirado do que ele realmente pensava e fazia naquele tempo, e esse registro constitui uma grave advertência contra o tipo errado de pensamento e ação. Passagens como essas não devem ser tiradas de seu contexto e usadas para ensinar alguma suposta verdade que a Inspiração nunca pretendeu que ensinassem.
Finalmente, é esta a mensagem desse livro: Deus nos mostra como a vida é cruel e vazia quando Ele não está presente. E esse é o livro que começaremos a ler hoje: Eclesiastes, capítulos 1-4, onde o autor inicia, melancolicamente, tecendo um texto reflexivo de que, para ele, nada tem sentido, chegando a dizer que nem os prazeres, nem a própria sabedoria têm sentido. O sabor dessa melancolia é tão grande que Salomão chega a comparar a sabedoria com a insensatez. Para ele, até mesmo o trabalho árduo é inútil. Ele não poupa o leitor de conhecer as injustiças e os absurdos da vida. “Bem vindos ao mundo real”, seria o slogan.
Mas como de qualquer caos é possível sacar um proveito, o capítulo três nos ensina a sabermos aproveitar bem o nosso tempo.
Eu também digo: lendo a Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva