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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Números 7:1|
No dia em que Moisés acabou de armar a Tenda Sagrada, ele a ungiu e a dedicou ao serviço de Deus, junto com todos os objetos da Tenda e do altar.
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2
|Números 7:2|
Então os chefes dos grupos de famílias, que eram líderes das tribos do povo de Israel, os mesmos homens que estavam cuidando da contagem do povo,
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3
|Números 7:3|
trouxeram as suas ofertas a Deus, o SENHOR, isto é, seis carroças cobertas e doze bois. Cada dois chefes ofereceram uma carroça, e cada um deles, um boi; e puseram tudo na frente da Tenda.
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4
|Números 7:4|
O SENHOR disse a Moisés:
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5
|Números 7:5|
- Receba as carroças e os bois a fim de serem usados para o serviço da Tenda; e dê essas ofertas aos levitas, a cada um de acordo com o serviço que faz.
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6
|Números 7:6|
Então Moisés deu aos levitas as carroças e os bois.
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7
|Números 7:7|
Aos descendentes de Gérson ele deu duas carroças e quatro bois, de acordo com o serviço que faziam.
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8
|Números 7:8|
Aos descendentes de Merari, também de acordo com o serviço deles, Moisés deu quatro carroças e oito bois. Esse serviço era dirigido por Itamar, filho do sacerdote Arão.
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9
|Números 7:9|
Porém Moisés não deu aos descendentes de Coate nem carroças nem bois, pois os objetos sagrados de que eles cuidavam tinham de ser carregados nos ombros.
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10
|Números 7:10|
Os chefes também trouxeram as ofertas para comemorar a dedicação do altar ao serviço de Deus. Quando eles já estavam prontos para apresentar as suas ofertas no altar,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva