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Peshitta (NT) -
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12
|Hebreus 11:12|
ܡܛܠ ܗܢܐ ܡܢ ܚܕ ܕܒܛܠ ܒܤܝܒܘܬܐ ܐܬܝܠܕܘ ܤܓܝܐܐ ܐܝܟ ܟܘܟܒܐ ܕܒܫܡܝܐ ܘܐܝܟ ܚܠܐ ܕܥܠ ܤܦܬܗ ܕܝܡܐ ܕܡܢܝܢ ܠܝܬ ܠܗ ܀
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13
|Hebreus 11:13|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܡܝܬܘ ܗܠܝܢ ܟܠܗܘܢ ܘܠܐ ܢܤܒܘ ܡܘܠܟܢܗܘܢ ܐܠܐ ܡܢ ܪܘܚܩܐ ܚܙܐܘܗܝ ܘܚܕܝܘ ܒܗ ܘܐܘܕܝܘ ܕܐܟܤܢܝܐ ܐܢܘܢ ܘܬܘܬܒܐ ܒܐܪܥܐ ܀
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14
|Hebreus 11:14|
ܐܝܠܝܢ ܕܝܢ ܕܗܠܝܢ ܐܡܪܝܢ ܡܚܘܝܢ ܕܠܡܕܝܢܬܗܘܢ ܒܥܝܢ ܀
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15
|Hebreus 11:15|
ܘܐܠܘ ܠܡܕܝܢܬܐ ܗܝ ܕܢܦܩܘ ܡܢܗ ܒܥܝܢ ܗܘܘ ܐܝܬ ܗܘܐ ܠܗܘܢ ܙܒܢܐ ܕܬܘܒ ܢܗܦܟܘܢ ܢܐܙܠܘܢ ܠܗ ܀
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16
|Hebreus 11:16|
ܗܫܐ ܕܝܢ ܝܕܝܥܐ ܕܠܕܛܒܐ ܡܢܗ ܪܓܝܢ ܗܘܘ ܠܗܝ ܕܐܝܬܝܗ ܒܫܡܝܐ ܡܛܠ ܗܢܐ ܠܐ ܢܟܦ ܐܠܗܐ ܕܐܠܗܗܘܢ ܢܬܩܪܐ ܛܝܒ ܠܗܘܢ ܓܝܪ ܡܕܝܢܬܐ ܀
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17
|Hebreus 11:17|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܩܪܒ ܐܒܪܗܡ ܠܐܝܤܚܩ ܒܢܤܝܘܢܗ ܘܠܝܚܝܕܗ ܐܤܩ ܠܡܕܒܚܐ ܠܗܘ ܕܩܒܠ ܗܘܐ ܒܡܘܠܟܢܐ ܀
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18
|Hebreus 11:18|
ܐܬܐܡܪ ܗܘܐ ܠܗ ܓܝܪ ܕܒܐܝܤܚܩ ܢܬܩܪܐ ܠܟ ܙܪܥܐ ܀
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19
|Hebreus 11:19|
ܘܐܬܪܥܝ ܗܘܐ ܒܢܦܫܗ ܕܡܛܝܐ ܒܐܝܕܘܗܝ ܕܐܠܗܐ ܐܦ ܡܢ ܡܝܬܐ ܠܡܩܡܘ ܘܡܛܠ ܗܢܐ ܒܡܬܠܐ ܐܬܝܗܒ ܠܗ ܀
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20
|Hebreus 11:20|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܕܡܕܡ ܕܥܬܝܕ ܗܘܐ ܒܪܟ ܐܝܤܚܩ ܠܝܥܩܘܒ ܘܠܥܤܘ ܀
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21
|Hebreus 11:21|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܟܕ ܡܐܬ ܝܥܩܘܒ ܒܪܟ ܠܟܠ ܚܕ ܚܕ ܡܢ ܒܢܘܗܝ ܕܝܘܤܦ ܘܤܓܕ ܥܠ ܪܝܫ ܚܘܛܪܗ ܀
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva