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Peshitta (NT) -
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22
|Hebreus 11:22|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܝܘܤܦ ܟܕ ܡܐܬ ܥܗܕ ܠܡܦܩܬܐ ܕܒܢܝ ܐܝܤܪܝܠ ܘܦܩܕ ܥܠ ܓܪܡܘܗܝ ܀
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23
|Hebreus 11:23|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܐܒܗܘܗܝ ܕܡܘܫܐ ܛܫܝܘܗܝ ܟܕ ܐܬܝܠܕ ܝܪܚܐ ܬܠܬܐ ܕܚܙܘ ܕܫܦܝܪ ܗܘܐ ܛܠܝܐ ܘܠܐ ܕܚܠܘ ܡܢ ܦܘܩܕܢܐ ܕܡܠܟܐ ܀
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24
|Hebreus 11:24|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܡܘܫܐ ܟܕ ܗܘܐ ܓܒܪܐ ܟܦܪ ܕܠܐ ܢܬܩܪܐ ܒܪܐ ܠܒܪܬܗ ܕܦܪܥܘܢ ܀
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25
|Hebreus 11:25|
ܘܓܒܐ ܠܗ ܕܒܐܘܠܨܢܐ ܥܡ ܥܡܗ ܕܐܠܗܐ ܢܗܘܐ ܘܠܐ ܕܙܒܢ ܙܥܘܪ ܢܬܒܤܡ ܒܚܛܝܬܐ ܀
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26
|Hebreus 11:26|
ܘܐܬܪܥܝ ܕܡܝܬܪ ܗܘ ܥܘܬܪܐ ܕܚܤܕܗ ܕܡܫܝܚܐ ܛܒ ܡܢ ܤܝܡܬܗ ܕܡܨܪܝܢ ܚܐܪ ܗܘܐ ܓܝܪ ܒܦܘܪܥܢ ܐܓܪܐ ܀
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27
|Hebreus 11:27|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܫܒܩܗ ܠܡܨܪܝܢ ܘܠܐ ܕܚܠ ܡܢ ܚܡܬܗ ܕܡܠܟܐ ܘܤܝܒܪ ܐܝܟ ܗܘ ܕܚܙܐ ܗܘܐ ܠܐܠܗܐ ܕܠܐ ܡܬܚܙܐ ܀
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28
|Hebreus 11:28|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܥܒܕ ܦܨܚܐ ܘܪܤܤ ܕܡܐ ܕܠܐ ܢܬܩܪܒ ܠܗܘܢ ܗܘ ܕܡܚܒܠ ܗܘܐ ܒܘܟܪܐ ܀
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29
|Hebreus 11:29|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܥܒܪܘ ܝܡܐ ܕܤܘܦ ܐܝܟ ܕܥܠ ܐܪܥܐ ܝܒܝܫܬܐ ܘܒܗ ܐܬܒܠܥܘ ܡܨܪܝܐ ܟܕ ܐܡܪܚܘ ܥܠܘܗܝ ܀
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30
|Hebreus 11:30|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܫܘܪܝܗ ܕܐܝܪܝܚܘ ܢܦܠܘ ܡܢ ܕܐܬܟܪܟܘ ܫܒܥܐ ܝܘܡܝܢ ܀
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31
|Hebreus 11:31|
ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܪܚܒ ܙܢܝܬܐ ܠܐ ܐܒܕܬ ܥܡ ܗܢܘܢ ܕܠܐ ܐܫܬܡܥܘ ܕܩܒܠܬ ܠܓܫܘܫܐ ܒܫܠܡܐ ܀
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva