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Peshitta (NT) -
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11
|Tito 1:11|
ܗܢܘܢ ܕܘܠܐ ܠܡܤܟܪܘ ܦܘܡܗܘܢ ܒܬܐ ܓܝܪ ܤܓܝܐܐ ܡܚܒܠܝܢ ܘܡܠܦܝܢ ܡܕܡ ܕܠܐ ܘܠܐ ܡܛܠ ܝܘܬܪܢܐ ܛܢܦܐ ܀
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12
|Tito 1:12|
ܐܡܪ ܐܢܫ ܡܢܗܘܢ ܢܒܝܐ ܕܝܠܗܘܢ ܕܒܢܝ ܩܪܛܐ ܒܟܠܙܒܢ ܕܓܠܝܢ ܐܢܘܢ ܚܝܘܬܐ ܒܝܫܬܐ ܘܟܪܤܬܐ ܒܛܝܠܬܐ ܀
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13
|Tito 1:13|
ܘܫܪܝܪܐܝܬ ܐܝܬܝܗ ܤܗܕܘܬܐ ܗܕܐ ܡܛܠ ܗܢܐ ܩܫܝܐܝܬ ܗܘܝܬ ܡܟܤ ܠܗܘܢ ܕܢܗܘܘܢ ܚܠܝܡܝܢ ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܀
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14
|Tito 1:14|
ܘܠܐ ܢܬܪܡܘܢ ܠܫܘܥܝܬܐ ܕܝܗܘܕܝܐ ܘܠܦܘܩܕܐ ܕܒܢܝܢܫܐ ܕܤܢܝܢ ܫܪܪܐ ܀
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15
|Tito 1:15|
ܟܠܡܕܡ ܓܝܪ ܕܟܐ ܗܘ ܠܕܟܝܐ ܠܐܝܠܝܢ ܕܝܢ ܕܡܤܝܒܝܢ ܘܠܐ ܡܗܝܡܢܝܢ ܡܕܡ ܕܕܟܐ ܠܝܬ ܠܗܘܢ ܐܠܐ ܡܤܝܒ ܗܘ ܪܥܝܢܗܘܢ ܘܬܐܪܬܗܘܢ ܀
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16
|Tito 1:16|
ܘܡܘܕܝܢ ܕܝܕܥܝܢ ܠܐܠܗܐ ܒܥܒܕܝܗܘܢ ܕܝܢ ܟܦܪܝܢ ܒܗ ܘܐܝܬܝܗܘܢ ܤܢܝܐܐ ܘܕܠܐ ܦܝܤ ܘܡܤܠܝܐ ܠܟܠ ܥܒܕ ܛܒ ܀
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1
|Tito 2:1|
ܐܢܬ ܕܝܢ ܡܠܠ ܡܕܡ ܕܝܐܐ ܠܝܘܠܦܢܐ ܚܠܝܡܐ ܀
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2
|Tito 2:2|
ܘܐܠܦ ܕܢܗܘܘܢ ܩܫܝܫܐ ܥܝܪܝܢ ܒܪܥܝܢܝܗܘܢ ܘܢܗܘܘܢ ܢܟܦܝܢ ܘܢܗܘܘܢ ܕܟܝܢ ܘܢܗܘܘܢ ܚܠܝܡܝܢ ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܘܒܚܘܒܐ ܘܒܡܤܝܒܪܢܘܬܐ ܀
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3
|Tito 2:3|
ܘܐܦ ܩܫܝܫܬܐ ܗܟܢܐ ܕܢܗܘܝܢ ܒܐܤܟܡܐ ܕܝܐܐ ܠܕܚܠܬ ܐܠܗܐ ܘܠܐ ܢܗܘܝܢ ܐܟܠܢ ܩܪܨܐ ܘܠܐ ܢܗܘܝܢ ܡܫܥܒܕܢ ܠܚܡܪܐ ܤܓܝܐܐ ܘܢܗܘܝܢ ܡܠܦܢ ܫܦܝܪܬܐ ܀
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4
|Tito 2:4|
ܘܡܢܟܦܢ ܠܐܝܠܝܢ ܕܛܠܝܢ ܕܢܪܚܡܢ ܒܥܠܝܗܝܢ ܘܒܢܝܗܝܢ ܀
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Sugestões

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14 de junho LAB 531
É EMOCIONANTE, NÃO ACHA?
JÓ 38-42
É com muita alegria que escrevo o último comentário sobre o livro de Jó deste ano. O interessante disso é que neste final, vamos falar de começo, de princípio, de origem. Jó e seus amigos estavam questionando sobre a existência, mas haviam esquecido de algo básico. Quando Deus entra na discussão, Ele chama a atenção para isso.
Você quer saber qual é o sentido da sua existência? Então precisa saber de onde veio e para onde vai. Alexander Vom Stein escreveu um livro científico alemão, que aborda o criacionismo bíblico. Logo na introdução, o autor já começa discutindo essa questão. Segundo ele, todo ser pensante, um dia, já fez para si as seguintes perguntas: “De onde venho?”, “Pra onde vou?” e “Para que vivo?”. Essas, na realidade, são perguntas sobre a origem, o futuro e o destino da vida. Então, Stein comenta que “Se a origem e o desenvolvimento de todas as coisas é um processo aleatório, então a pergunta sobre o futuro de todas as coisas não pode ser respondida. E em processos aleatórios tampouco se pode encontrar sentido e objetivo. Por isso, a resposta a essa pergunta [De onde venho] é importante para todo ser humano – pois disso depende a procura por um sentido em nossa vida” (Criação, pág. 7).
Essa é uma grande realidade: precisamos saber de onde viemos. A pouco tempo, uma amiga apareceu no MSN para falar comigo. Ela pediu para eu assistir a um vídeo na internet. Perguntei sobre o que se tratava. Era sobre o parto do nascimento da sua filhinha. Logo disse não, pois não aguento assistir a essas coisas. Mas ela insistiu dizendo que não tinha sangue e que estava bem editado. Resolvi arriscar e assisti ao vídeo. Foi a coisa mais linda ver os médicos dando bom dia para aquele serzinho com cinco segundos de existência, entregar o ser humano que tinha um minuto de existência nas mãos do pai, e o pai mostrando para a mãe ver a filha antes que ela tivesse três minutos de vida.
Fiquei emocionado. É lindo, místico, fora da possibilidade de qualquer explicação a magia que esse momento envolve: ver o surgimento da vida. E por mais que os cientistas queiram parecer os sabichões, os semideuses, os sobre-humanos, qualquer um se sente pequeno diante da origem da vida. Todos se admiram do fato de que existem coisas que não dá para se explicar nem no laboratório mais avançado do mundo. Ironicamente, é a coisa mais simples do mundo. Nenhum cientista, de forma artificial, jamais conseguiu reproduzir esse fenômeno da Natureza porque nele está o toque de Deus.
É emocionante!
Valdeci Júnior
Fátima Silva