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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- A loucura de Nabucodonosor
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1
|Daniel 4:1|
O rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e homens de todas as línguas, que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada!
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2
|Daniel 4:2|
Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.
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3
|Daniel 4:3|
Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas, as suas maravilhas! O seu reino é reino sempiterno, e o seu domínio, de geração em geração.
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4
|Daniel 4:4|
Eu, Nabucodonosor, estava tranqüilo em minha casa e feliz no meu palácio.
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5
|Daniel 4:5|
Tive um sonho, que me espantou; e, quando estava no meu leito, os pensamentos e as visões da minha cabeça me turbaram.
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6
|Daniel 4:6|
Por isso, expedi um decreto, pelo qual fossem introduzidos à minha presença todos os sábios da Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.
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7
|Daniel 4:7|
Então, entraram os magos, os encantadores, os caldeus e os feiticeiros, e lhes contei o sonho; mas não me fizeram saber a sua interpretação.
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8
|Daniel 4:8|
Por fim, se me apresentou Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu lhe contei o sonho, dizendo:
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9
|Daniel 4:9|
Beltessazar, chefe dos magos, eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum mistério te é difícil; eis as visões do sonho que eu tive; dize-me a sua interpretação.
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10
|Daniel 4:10|
Eram assim as visões da minha cabeça quando eu estava no meu leito: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande;
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Sugestões

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16 de maio LAB 502
BONS PROFETAS
2Crônicas 21-23
Hoje, quero comentar um pouco mais sobre Josafá. Destaco o comentário do livro Nisto Cremos, págs. 291-307:
Josafá, o brei de Judá, achava-se em aflição. Tropas inimigas aproximavam-se, e o panorama parecia não oferecer esperança. O rei “se pôs a buscar ao Senhor, e apregoou jejum em todo o Judá” (2Crônicas 20:3). As pessoas afluíam ao templo em grande número a fim de suplicar a Deus misericórdia e livramento. Enquanto Josafá dirigia os serviços de oração, suplicou a Deus que modificasse as circunstâncias. Ele orou: “Porventura, não és Tu Deus nos Céus? Não és Tu que dominas sobre todos os reinos dos povos? Na Tua mão, está a força e o poder, e não há quem Te possa resistir” (verso 6). Deus não protegeu de modo especial o Seu povo no passado? Não havia Ele concedido o território a Seu povo escolhido? Portanto, Josafá implorou: “Ah! Nosso Deus, acaso não executarás Tu o Teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força ... não sabemos o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em Ti” (verso 12).
Enquanto todo o Judá se encontrava em pé diante do Senhor, ergueu-se Jaaziel. Sua mensagem trouxe encorajamento e orientação para o povo amedrontado. Ele disse: “Não temais, nem vos assusteis... pois a peleja não é vossa, mas de Deus. ... Neste encontro não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o Senhor vos dará, ... porque o Senhor é convosco” (versos 15-17). Pela manhã, o rei insistiu diante de suas tropas: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (verso 20).
O rei creu tão plenamente naquele profeta praticamente desconhecido – Jaaziel – que substituiu a sua linha de frente, colocando em seu lugar um coral que deveria louvar o Senhor e a beleza de Sua santidade! Enquanto as antífonas de fé enchiam os ares, o Senhor achava-Se em operação, trazendo a confusão entre os inimigos que se haviam aliado contra Josafá. O morticínio foi tão grande que não restou “nenhum sobrevivente” (verso 24).
Jaaziel foi o porta-voz de Deus para aquele momento especial. Os profetas desempenharam papel vital, tanto nos tempos do Antigo quanto do Novo Testamentos. Contudo, teria a profecia cessado com o encerramento do cânon bíblico?
O livro de Apocalipse profetiza que o “testemunho de Jesus” haveria de manifestar-se através do “espírito de profecia” nos últimos dias da história terrestre. Isso representa um desafio a todos, no sentido de não assumir uma atitude de indiferença ou descrença, mas “provar todas as coisas” e “reter o que é bom”. Comece a fazer isso na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva