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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- Similes e lições morais
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1
|Provérbios 26:1|
Como a neve no verão e como a chuva na ceifa, assim, a honra não convém ao insensato.
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2
|Provérbios 26:2|
Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu vôo, assim, a maldição sem causa não se cumpre.
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3
|Provérbios 26:3|
O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos insensatos.
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4
|Provérbios 26:4|
Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele.
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5
|Provérbios 26:5|
Ao insensato responde segundo a sua estultícia, para que não seja ele sábio aos seus próprios olhos.
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6
|Provérbios 26:6|
Os pés corta e o dano sofre quem manda mensagens por intermédio do insensato.
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7
|Provérbios 26:7|
As pernas do coxo pendem bambas; assim é o provérbio na boca dos insensatos.
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8
|Provérbios 26:8|
Como o que atira pedra preciosa num montão de ruínas, assim é o que dá honra ao insensato.
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9
|Provérbios 26:9|
Como galho de espinhos na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos insensatos.
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10
|Provérbios 26:10|
Como um flecheiro que a todos fere, assim é o que assalaria os insensatos e os transgressores.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva