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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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21
|João 6:21|
Niin he tahtoivat ottaa hänen haahteen; ja haaksi oli jo sen maan tykönä, johonka he menivät.
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22
|João 6:22|
Toisena päivänä, kuin kansa, joka sillä puolella merta oli, näki, ettei siellä muuta venhettä ollut kuin se yksi, johonka hänen opetuslapsensa olivat astuneet, ja ettei Jesus ollut astunut haahteen opetuslastensa kanssa, vaan hänen opetuslapsensa olivat ainoastaan matkaan lähteneet;
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23
|João 6:23|
Mutta muut venheet tulivat Tiberiaasta, lähes sitä paikkaa, jossa he olivat leipää syöneet, sitte kuin Herra oli kiittänyt;
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24
|João 6:24|
Koska kansa sen näki, ettei Jesus siellä ollut eikä hänen opetuslapsensa, asutivat he myös haaksiin ja menivät Kapernaumiin etsein Jesusta.
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25
|João 6:25|
Ja kuin he hänen siltä puolen merta löysivät, sanoivat he hänelle: Rabbi, koskas tänne tulit?
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26
|João 6:26|
Jesus vastasi heitä ja sanoi: totisesti, totisesti sanon minä teille: ette etsi minua, että te näitte ihmeen, vaan että te saitte leipää syödä ja olette ravitut.
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27
|João 6:27|
Älkäät tehkö sitä ruokaa, joka on katoovainen, vaan sitä ruokaa, joka pysyy ijankaikkiseen elämään, jonka Ihmisen Poika teille antava on; sillä Isä Jumala on sen vahvistanut.
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28
|João 6:28|
Niin he sanoivat hänelle: mitä meidän pitää tekemän, että me taitaisimme Jumalan töitä tehdä?
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29
|João 6:29|
Jesus vastasi ja sanoi heille: se on Jumalan työ, että te uskotte sen päälle, jonka hän lähetti.
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30
|João 6:30|
Niin he sanoivat hänelle: mitä ihmettä siis sinä teet, että me näkisimme ja uskoisimme sinun päälles? Mitä työtä sinä teet?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva