-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Suomen Raamattuopisto (1776) -
-
21
|Números 35:21|
Taikka vihasta lyö häntä kädellänsä, niin että hän kuolee, niin pitää sen totisesti kuoleman, joka hänen löi; sillä hän on miehentappaja. Veren lähimmäinen lanko pitää tappaman hänen kohdatessansa häntä.
-
22
|Números 35:22|
Mutta jos hän syöksee hänen tapaturmasta ilman vihata, taikka heittää jotakin hänen päällensä ilman väijymystä,
-
23
|Números 35:23|
Taikka heittää häntä kivellä, josta kuolla taidetaan, ja ei sitä nähnyt, niin että hän kuolee, ja ei ole hänen vihamiehensä, ei myös hänelle mitäkään pahaa aikonut:
-
24
|Números 35:24|
Niin pitää kansan tuomitseman lyöjän ja verenkostajan välillä, näiden oikeutten jälkeen.
-
25
|Números 35:25|
Ja kansan pitää vapahtaman miehentappajan verenkostajan käsistä, antaen hänen tulla vapaakaupunkiin jälleen, johon hän pakeni; ja siellä pitää hänen oleman ylimmäisen papin kuolemaan asti, joka pyhällä öljyllä voideltu on.
-
26
|Números 35:26|
Mutta jos miehentappaja rohkiasti menee vapaakaupunkinsa rajain ylitse, johon hän paennut on,
-
27
|Números 35:27|
Ja verenkostaja löytää hänen ulkona vapaakaupunkinsa rajoista, ja lyö hänen kuoliaaksi, niin ei pidä hänen sen vereen syypää oleman;
-
28
|Números 35:28|
Sillä hänen piti vapaakaupungissansa oleman ylimmäisen papin kuolemaan asti ja ylimmäisen papin kuoleman jälkeen tuleman perintömaallensa jälleen.
-
29
|Números 35:29|
Nämät pitää oleman teille ja teidän lapsillenne oikeuden säädyksi, kaikissa teidän asumasioissanne.
-
30
|Números 35:30|
Joka lyö jonkun kuoliaaksi, se miehentappaja pitää tapettaman todistajain suun jälkeen, ja yksi todistaja ei pidä sielua vastaan täysi todistus oleman kuolemaan.
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva