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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Romanos 3:21|
Mutta nyt on se vanhurskaus, joka Jumalan edessä kelpaa, ilman lakia julistettu, lain ja prophetain kautta todistettu;
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22
|Romanos 3:22|
Se Jumalan vanhurskaus, (sanon minä), joka tulee Jesuksen Kristuksen uskon kautta, kaikkein tykö ja kaikkein päälle, jotka uskovat: sillä ei ole yhtään eroitusta.
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23
|Romanos 3:23|
Sillä kaikki ovat he syntiä tehneet ja ei heillä ole mitään kerskattavaa Jumalan edessä.
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24
|Romanos 3:24|
He tulevat ilman ansiotansa vanhurskaaksi, hänen armostansa, sen lunastuksen kautta, joka on Jesuksessa Kristuksessa,
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25
|Romanos 3:25|
Jonka Jumala on armonistuimeksi asettanut, uskon kautta hänen veressänsä, osoittaaksensa sitä vanhurskautta, joka hänen edessänsä kelpaa, edelläkäyväisten syntein anteeksi antamisen kautta,
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26
|Romanos 3:26|
Joita Jumala kärsinyt on, osoittaaksensa vanhurskauttansa tällä ajalla: että hän itse vanhurskas olis ja sen vanhurskaaksi tekis, joka Jesuksen uskosta on.
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27
|Romanos 3:27|
Kussa siis on kerskaus? Se on suljettu ulos. Minkä lain kautta? Töidenkö lain kautta? Ei, vaan uskon lain kautta.
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28
|Romanos 3:28|
Niin me siis sen siksi pidämme, että ihminen tulee vanhurskaaksi uskon kautta, ilman lain töitä.
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29
|Romanos 3:29|
Eli onko Jumala ainoastaan Juudalaisten Jumala? eikö hän ole myös pakanain Jumala? Tosin pakanainkin Jumala,
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30
|Romanos 3:30|
Että yksi on Jumala, joka ympärileikkauksen tekee vanhurskaaksi uskosta, ja esinahan uskon kautta.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva