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Vietnamese (1934) -
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|Ester 9:1|
Tháng mười hai là tháng A-đa, ngày mười ba, khi hầu gần ngày giờ phải thi hành mạng lịnh và chiếu chỉ của vua, tức nhằm ngày ấy mà kẻ cừu địch dân Giu-đa ham hố lấn lướt họ (nhưng việc đã đổi trái đi, chánh các người Giu-đa đó lại lấn lướt những kẻ ghét mình),
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|Ester 9:2|
thì dân Giu-đa hiệp lại tại các thành, trong khắp các tỉnh của vua A-suê-ru, đặng tra tay vào những kẻ tìm làm hại mình; chẳng có ai chống trả nổi chúng, bởi vì các dân tộc bắt sợ hãi dân Giu-đa lắm.
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|Ester 9:3|
Các đầu trưởng của những tỉnh, các quan trấn thủ, các quan cai quản, cùng những người coi việc vua, đều giúp đỡ dân Giu-đa, vì họ kính sợ Mạc-đô-chê.
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|Ester 9:4|
Vì Mạc-đô-chê vốn cao trọng trong cung vua, danh tiếng người đồn ra khắp các tỉnh, bởi người Mạc-đô-chê càng ngày càng cao trọng.
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|Ester 9:5|
Dân Giu-đa hãm đánh các thù nghịch mình bằng mũi gươm, giết chết và tuyệt diệt chúng nó; phàm kẻ nào ghét họ, thì họ đãi theo mặc ý mình muốn.
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|Ester 9:6|
Tại kinh đô Su-sơ, dân Giu-đa đánh giết năm trăm người,
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|Ester 9:7|
và họ cũng giết Phạt-san-đa-tha, Ðanh-phông, A-ba-tha,
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|Ester 9:8|
Phô-ra-tha, A-đa-lia, A-ri-đa-tha,
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|Ester 9:9|
Phạt-ma-sa-ta, A-ri-sai, A-ri-đai, và Va-giê-xa-tha,
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|Ester 9:10|
tức là mười người con trai của Ha-man, cháu Ham-mê-đa-tha, là kẻ hãm hiếp dân Giu-đa; nhưng chúng không tra tay vào hóa tài.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva