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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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1
|Lucas 23:1|
Ðoạn, cả hội đồng đứng dậy, điệu Ngài đến trước mặt Phi-lát
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2
|Lucas 23:2|
Họ bèn khởi cáo Ngài rằng: Chúng tôi đã thấy người nầy xui dân ta làm loạn, cấm nộp thuế cho Sê-sa, và xưng là Ðấng Christ, là Vua.
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3
|Lucas 23:3|
Phi-lát gạn Ngài rằng: Chính ngươi là Vua dân Giu-đa phải không? Ðức Chúa Jêsus đáp rằng: Thật như lời.
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4
|Lucas 23:4|
Phi-lát bèn nói với các thầy tế lễ cả và dân chúng rằng: Ta không thấy người nầy có tội gì.
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5
|Lucas 23:5|
Nhưng họ cố nài rằng: Người nầy xui giục dân sự, truyền giáo khắp đất Giu-đê, bắt đầu từ xứ Ga-li-lê rồi đến đây.
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6
|Lucas 23:6|
Khi Phi-lát nghe điều đó, thì hỏi nếu người nầy thật là dân Ga-li-lê chăng.
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7
|Lucas 23:7|
Biết Ngài thuộc quyền cai trị của vua Hê-rốt, bèn giải đến cho vua Hê-rốt, vua ấy ở tại thành Giê-ru-sa-lem trong mấy ngày đó.
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8
|Lucas 23:8|
Vua Hê-rốt thấy Ðức Chúa Jêsus thì mừng lắm; vì lâu nay vua muốn gặp Ngài, nhơn đã nghe nói về chuyện Ngài, và mong xem Ngài làm phép lạ.
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9
|Lucas 23:9|
Vậy, vua hỏi Ngài nhiều câu, song Ngài không trả lời gì hết.
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10
|Lucas 23:10|
Các thầy tế lễ cả và các thầy thông giáo ở đó, cáo Ngài dữ lắm.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva