-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Vietnamese (1934) -
-
1
|Lucas 6:1|
Nhằm ngày Sa-bát, Ðức Chúa Jêsus đi qua giữa đồng lúa mì, môn đồ bứt bông lúa, lấy tay vò đi và ăn.
-
2
|Lucas 6:2|
Có mấy người Pha-ri-si nói rằng: Sao các ngươi làm điều không nên làm trong ngày Sa-bát?
-
3
|Lucas 6:3|
Ðức Chúa Jêsus phán rằng: Vậy các ngươi chưa đọc chuyện vua Ða-vít làm trong khi vua cùng kẻ đi theo bị đói sao?
-
4
|Lucas 6:4|
Thể nào vua vào đền Ðức Chúa Trời, lấy bánh bày ra mà ăn, và cho kẻ đi theo ăn nữa, dầu là bánh chỉ các thầy tế lễ mới được phép ăn thôi?
-
5
|Lucas 6:5|
Ngài lại phán rằng: Con người cũng là Chúa ngày Sa-bát.
-
6
|Lucas 6:6|
Một ngày Sa-bát khác, Ðức Chúa Jêsus vào nhà hội dạy dỗ. Tại đó, có một người bàn tay hữu bị teo.
-
7
|Lucas 6:7|
Vả, các thầy thông giáo và người Pha-ri-si chăm chỉ xem Ngài, coi thử Ngài có chữa bịnh trong ngày Sa-bát chăng, để tìm dịp mà cáo Ngài.
-
8
|Lucas 6:8|
Nhưng Ngài biết ý tưởng họ, nên phán cùng người teo tay rằng: Hãy chờ dậy, đứng giữa chúng ta. Người ấy chờ dậy, và đứng lên.
-
9
|Lucas 6:9|
Ðức Chúa Trời liền phán cùng họ rằng: Ta hỏi các ngươi: Trong ngày Sa-bát, nên làm điều lành hay là làm điều dữ, nên cứu người hay là giết người?
-
10
|Lucas 6:10|
Ðoạn, Ngài lấy mắt liếc khắp mọi người xung quanh mình, rồi phán cùng người bịnh rằng: Hãy giơ tay ra. Người giơ ra, thì được lành.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva