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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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21
|Marcos 9:21|
Ðức Chúa Jêsus hỏi cha nó rằng: Ðiều đó xảy đến cho nó đã bao lâu? Người cha thưa rằng: Từ khi nó còn nhỏ.
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22
|Marcos 9:22|
Quỉ đã lắm phen quăng nó trong lửa và dưới nước, để giết nó đi; nhưng nếu thầy làm được việc gì, xin thương xót chúng tôi và giúp cho!
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23
|Marcos 9:23|
Ðức Chúa Jêsus đáp rằng: Sao ngươi nói: Nếu thầy làm được? Kẻ nào tin thì mọi việc đều được cả.
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24
|Marcos 9:24|
Tức thì cha đứa trẻ la lên rằng: Tôi tin; xin Chúa giúp đỡ trong sự không tin của tôi!
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25
|Marcos 9:25|
Khi Ðức Chúa Jêsus thấy dân chúng chạy đến đông, thì Ngài quở trách tà ma và phán cùng nó rằng: Hỡi quỉ câm và điếc, ta biểu mầy phải ra khỏi đứa trẻ nầy, đừng ám nó nữa.
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26
|Marcos 9:26|
Quỉ bèn la lớn tiếng lên, vật đứa trẻ mạnh lắm mà ra khỏi; đứa trẻ trở như chết vậy, nên nỗi nhiều người nói rằng: Nó chết rồi.
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27
|Marcos 9:27|
Nhưng Ðức Chúa Jêsus nắm tay nó, nâng lên; thì nó đứng dậy.
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28
|Marcos 9:28|
Khi Ðức Chúa Jêsus vào nhà rồi, môn đồ hỏi riêng Ngài rằng: Sao chúng tôi đuổi quỉ ấy không được?
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29
|Marcos 9:29|
Ngài đáp rằng: Nếu không cầu nguyện, thì chẳng ai đuổi thứ quỉ ấy ra được.
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30
|Marcos 9:30|
Ðoạn, đi khỏi đó, trải qua xứ Ga-li-lê, Ðức Chúa Jêsus không muốn cho ai biết.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva