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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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|Marcos 9:31|
Vì Ngài dạy các môn đồ rằng: Con người sẽ bị nộp trong tay người ta, họ sẽ giết đi; Ngài bị giết đã ba ngày rồi, thì sẽ sống lại.
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|Marcos 9:32|
Nhưng môn đồ không hiểu lời ấy, lại sợ không dám hỏi Ngài.
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|Marcos 9:33|
Ðến thành Ca-bê-na-um, đang ở trong nhà, Ngài hỏi môn đồ rằng: Lúc đi đường, các ngươi nói chi với nhau?
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|Marcos 9:34|
Môn đồ đều làm thinh; vì dọc đường đã cãi nhau cho biết ai là lớn hơn trong bọn mình.
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|Marcos 9:35|
Ngài bèn ngồi, kêu mười hai sứ đồ mà phán rằng: Nếu ai muốn làm đầu, thì phải làm rốt hết và làm tôi tớ mọi người.
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|Marcos 9:36|
Ðoạn, Ngài bắt một đứa trẻ để ở giữa môn đồ; rồi ẵm nó trong tay, mà phán rằng:
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|Marcos 9:37|
Hễ ai vì danh ta tiếp một đứa trong những đứa trẻ nầy, tức là tiếp ta; còn ai tiếp ta, thì chẳng phải tiếp ta, bèn là tiếp Ðấng đã sai ta vậy.
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|Marcos 9:38|
Giăng thưa cùng Ngài rằng: Lạy thầy, chúng tôi từng thấy có người lấy danh thầy mà trừ quỉ, thì chúng tôi đã cấm, vì họ không theo chúng ta.
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|Marcos 9:39|
Ðức Chúa Jêsus phán rằng: Ðừng cấm làm chi; vì chẳng ai cùng trong một lúc, vừa nhơn danh ta làm phép lạ, vừa nói xấu ta được.
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|Marcos 9:40|
Hễ ai không nghịch cùng ta là thuộc về ta.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva