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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Vietnamese (1934) -
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28
|Marcos 3:28|
Quả thật, ta nói cùng các ngươi, mọi tội lỗi sẽ tha cho con cái loài người, và hết thảy những lời phạm thượng họ sẽ nói ra cũng vậy;
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29
|Marcos 3:29|
nhưng ai sẽ nói phạm đến Ðức Thánh Linh thì chẳng hề được tha, phải mắc tội đời đời.
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30
|Marcos 3:30|
Ngài phán như vậy, vì họ nói rằng: Người bị tà ma ám.
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31
|Marcos 3:31|
Mẹ và anh em Ngài đến, đứng ngoài sai kêu Ngài. Ðoàn dân vẫn ngồi chung quanh Ngài.
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32
|Marcos 3:32|
Có kẻ thưa rằng: Nầy, mẹ và anh em thầy ở ngoài kia đương tìm thầy.
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33
|Marcos 3:33|
Song Ngài phán cùng họ rằng: Ai là mẹ ta, ai là anh em ta?
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34
|Marcos 3:34|
Ngài đưa mắt liếc những kẻ ngồi chung quanh mình mà phán rằng: Kìa là mẹ ta và anh em ta!
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35
|Marcos 3:35|
Ai làm theo ý muốn Ðức Chúa Trời, nấy là anh em, chị em, và mẹ ta vậy.
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1
|Marcos 4:1|
Ðức Chúa Jêsus lại khởi sự giảng dạy nơi bờ biển; có một đoàn dân đông lắm nhóm lại xung quanh Ngài, Ngài bước lên trong một chiếc thuyền và ngồi đó, còn cả đoàn dân thì ở trên đất nơi mé biển.
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2
|Marcos 4:2|
Ngài lấy thí dụ dạy dỗ họ nhiều điều, và trong khi dạy, Ngài phán rằng:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva