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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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1
|Apocalipse 10:1|
Ndabona esinye isithunywa sezulu esinamandla, sisihla ezulwini, sithiwe wambu ngelifu; kukho umnyama entloko, ubuso baso bungathi lilanga, iinyawo zaso zingathi ziintsika zomlilo.
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2
|Apocalipse 10:2|
Esandleni saso saye sinencwadana ivulekile. Salumisa unyawo lwaso lokunene phezu kolwandle, ke olokhohlo phezu komhlaba;
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3
|Apocalipse 10:3|
sadanduluka ngezwi elikhulu, ngathi yingonyama igquma. Sathi sakudanduluka, iindudumo ezisixhenxe zazivakalisa izandi zazo.
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4
|Apocalipse 10:4|
Xa iindudumo ezisixhenxe zazivakalisayo izandi zazo, ndandiza kubhala; ndaza ndeva izwi liphuma emazulwini, lisithi kum, Zitywine izinto ezizivakalisileyo iindudumo ezisixhenxe, ungazibhali zona.
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5
|Apocalipse 10:5|
Saza isithunywa sezulu, endasibonayo simi phezu kolwandle na phezu komhlaba, sasiphakamisela ezulwini isandla saso,
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6
|Apocalipse 10:6|
safunga lowo udla ubomi, ase emaphakadeni asemaphakadeni, owadala izulu nezinto ezikulo, nomhlaba nezinto ezikuwo, nolwandle nezinto ezikulo, ukuthi, Akuyi kuba sabakho xesha.
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7
|Apocalipse 10:7|
Ke ngemihla yezwi lesesixhenxe isithunywa sezulu, xa sukuba siza kuvuthela ixilongo, iya kuzaliseka imfihlakalo kaThixo, njengoko wazishumayelayo iindaba ezilungileyo kwabangabakhe abakhonzi, abaprofeti.
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8
|Apocalipse 10:8|
Lathi izwi endalivayo liphuma emazulwini, labuya lathetha nam, lisithi, Hamba uye uyithabathe incwadana evulekileyo, esesandleni sesithunywa esimiyo phezu kolwandle naphezu komhlaba.
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9
|Apocalipse 10:9|
Ndesuka ke ndaya kwisithunywa eso, ndathi kuso, Ndinike incwadana leyo. Sathi kum, Yithabathe, uyidle uyigqibe; yosenza sibe krakra isisu sakho, kodwa emlonyeni wakho yoba nencasa enjengeyobusi.
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10
|Apocalipse 10:10|
Ndayithabatha ke incwadana esesandleni sesithunywa eso, ndayidla ndayigqiba; yaye emlonyeni wam inencasa enjengeyobusi; xa ndayidlayo, saba krakra isisu sam.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva