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Xhosa -
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1
|Daniel 8:1|
Ngomnyaka wesithathu wokulawula kukaBheleshatsare ukumkani, kwabonakala kum, mna Daniyeli, umbono emva kwalowa wabonakalayo kum matanci.
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2
|Daniel 8:2|
Ndabona embonweni, kwathi, ekuboneni kwam, ndaba ndiseShushan komkhulu, esezweni lakwaElam; ndabona embonweni, ndangasemlanjeni oyiUlayi.
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3
|Daniel 8:3|
Ndaphakamisa amehlo am, ndabona, nanko kumi phambi komlambo inkunzi yegusha, ineempondo ezimbini. Ezi mpondo zombini zinde, olunye ke lulude kunolunye; olu lude lwavela mva.
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4
|Daniel 8:4|
Ndayibona inkunzi yegusha ihlaba, ibhekisa entshonalanga, nasentla, nasezantsi; zonke izinto eziphilileyo azaba nakuma phambi kwayo, akwabakho unokuhlangula esandleni sayo. Yenza ngokukholekileyo kuyo, yakhula.
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5
|Daniel 8:5|
Mna ke ndisaqonda, nanko kuvela inkunzi yebhokhwe entshonalanga, ihamba phezu kwehlabathi lonke, ingafiki phantsi; inkunzi ke yebhokhwe ibinophondo olubonakalayo phakathi kwamehlo ayo.
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6
|Daniel 8:6|
Yaya yafika enkunzini yegusha, umnini-mpondo-mbini, endiyibone imi phambi komlambo, yagidimela kuyo ke ngobushushu bamandla ayo.
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7
|Daniel 8:7|
Ndayibona ifika ecaleni lenkunzi yegusha, yayijamela, yayityhomfa inkunzi yegusha, yazaphula iimpondo zayo zombini. Yayingenamandla inkunzi yegusha ukuma phambi kwayo; yayingqula emhlabeni, yayinyhasha, akwabakho bani unokuyihlangula inkunzi yegusha emandleni ayo.
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8
|Daniel 8:8|
Inkunzi yebhokhwe yakhula ngokuncamisileyo; ke, yakuba namandla, lwaphuka uphondo olukhulu; esikhundleni salo kwavela ezine ezibonakalayo, zabheka emimoyeni yomine yasezulwini.
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9
|Daniel 8:9|
Kolunye kuzo kwaphuma uphondo luluncinane, lwaba lukhulu ngokuncamisileyo, lwabheka ngasezantsi, nangasempumalanga, nangasezweni eliligugu.
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10
|Daniel 8:10|
Lwakhula lwada lwesa kumkhosi wezulu, lwayiwisa emhlabeni inxenye yomkhosi lowo weenkwenkwezi, lwayinyhasha.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva