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Young's Literal Translation -
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|Esdras 5:11|
`And thus they have returned us word, saying, We [are] servants of the God of heaven and earth, and are building the house that was built many years before this, that a great king of Israel built and finished:
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12
|Esdras 5:12|
but after that our fathers made the God of heaven angry, he gave them into the hand of Nebuchadnezzar king of Babylon the Chaldean, and this house he destroyed, and the people he removed to Babylon;
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13
|Esdras 5:13|
but in the first year of Cyrus king of Babylon, Cyrus the king made a decree to build this house of God,
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14
|Esdras 5:14|
and also, the vessels of the house of God, of gold and silver, that Nebuchadnezzar had taken forth out of the temple that [is] in Jerusalem, and brought them to the temple of Babylon, them hath Cyrus the king brought forth out of the temple of Babylon, and they have been given to [one], Sheshbazzar [is] his name, whom he made governor,
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|Esdras 5:15|
and said to him, These vessels lift up, go, put them down in the temple that [is] in Jerusalem, and the house of God is builded on its place.
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|Esdras 5:16|
Then hath this Sheshbazzar come -- he hath laid the foundations of the house of God that [is] in Jerusalem, and from thence even till now it hath been building, and is not finished.
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|Esdras 5:17|
`And now, if to the king it be good, let search be made in the treasure-house of the king, that [is] there in Babylon, whether it be that of Cyrus the king there was made a decree to build this house of God in Jerusalem, and the will of the king concerning this thing he doth send unto us.`
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva