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Young's Literal Translation -
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1
|Esdras 8:1|
And these [are] heads of their fathers, and the genealogy of those going up with me, in the reign of Artaxerxes the king, from Babylon.
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2
|Esdras 8:2|
From the sons of Phinehas: Gershom; from the sons of Ithamar: Daniel; from the sons of David: Hattush;
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3
|Esdras 8:3|
from the sons of Shechaniah, from the sons of Pharosh: Zechariah, and with him, reckoning themselves by genealogy, of males a hundred and fifty.
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4
|Esdras 8:4|
From the sons of Pahath-Moab: Elihoenai son of Zerahiah, and with him two hundred who are males.
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5
|Esdras 8:5|
From the sons of Shechaniah: the son of Jahaziel, and with him three hundred who are males.
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6
|Esdras 8:6|
And from the sons of Adin: Ebed son of Jonathan, and with him fifty who are males.
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7
|Esdras 8:7|
And from the sons of Elam: Jeshaiah son of Athaliah, and with him seventy who are males.
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8
|Esdras 8:8|
And from the sons of Shephatiah: Zebadiah son of Michael, and with him eighty who are males.
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9
|Esdras 8:9|
From the sons of Joab: Obadiah son of Jehiel, and with him two hundred and eighteen who are males.
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10
|Esdras 8:10|
And from the sons of Shelomith, the son of Josiphiah, and with him a hundred and sixty who are males.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva